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A HISTÓRIA DO MOVIMENTO NOME SAGRADO

Origem do Movimento do Nome Sagrado

Biografia dos principais líderes do Movimento do Nome Sagrado nos Estados Unidos

 

por Edy Brilhador

 

Este texto é uma breve descrição biográfica dos principais promulgadores da doutrina do Nome Sagrado. Esta doutrina diz que o nome do Filho de Deus deve ser grafado e pronunciado somente na língua original. É um texto sobre as principais ações e as crenças daqueles que, talvez, de maneira impensada e também por falta de conhecimento bíblico, principalmente de conhecimento secular, cultura, línguas grega e hebraica, lingüística, história e cópias, versões e traduções da Bíblia, têm causado transtorno à vida espiritual de muitas pessoas. Este texto refere-se somente à história americana deste movimento. Futuramente faremos uma biografia dos líderes do movimento no Brasil.

 

Alexander McWhorter: Um membro da Igreja de Deus do Sétimo Dia que pertencia à Universidade de Yale, foi o primeiro a falar sobre a idéia de que o nome Jesus não estaria correto. Escreveu um livro, ou folheto, “O Nome Memorial, ou Yahweh-Cristo”, registrado em 1857.

 

Frederick Leonard Chapell: Desenvolveu uma série de seis palestras chamada “O Nome da Divindade”. Era um instrutor de treinamento missionário do AJ Gordon College, em Boston, Massachusetts em 1900. Suas palestras foram publicadas em janeiro-março 1911.

 

Edwin W. Pahlow: Professor de história da Universidade de Ohio escreveu o livro Great Man’s Adventure (Aventuras dos Grandes Homens) e na página 241, declarou: “É interessante que nunca ao longo de sua vida Jesus Cristo foi chamado por esse nome. ‘Jesus’ era a palavra grega para o hebraico Jeshua ‘Josué’ ou ‘e’ Cristo ‘ou’ Christus ‘foi o grego palavra para Messias ‘ou’ Redentor ‘”.

 

Henry C. Kinley : Na década de 30, fundou o Instituto de Pesquisas Metafísicas do Divino, uma entidade sem fins lucrativos para pesquisas religiosas e científicas. Tem seu nome confundido como um dos propagadores do Nome Sagrado, mas, provavelmente, suas pesquisas apenas influenciaram o movimento. Kinley foi um membro da Igreja de Deus (provavelmente não a Igreja de Deus (7º dia), pois parece não concordar com a guarda dos mandamentos). Tornou-se membro da maçonaria e da Ordem Independente. Sua idéia é de que Deus é um padrão arquétipo do universo através do qual cada aspecto da vida, do direito e da matéria pode ser explicado e verificado. Deve ter sido o fato de citar os nomes de Deus e de Cristo em hebraico em seus escritos que confundiu os pregadores do nome.

Sheffick (parte de seu nome é desconhecido): Um tcheco que introduziu aidéia  do Nome Sagrado para um possível “ex-pastor” da Igreja de Deus, A. B. Traina, no início da década de 30. Pouco se sabe sobre ele, apenas que considerava a palavra Cristo pagã e dizia que ela significava “manchados com excrementos”.

 

Squire LaRue Cessna: Pode ter sido a pessoa que preparou o caminho para esta forma de expressar nome do Criador e de Seu filho. Ele era um ministro da Igreja de Deus (7º Dia). Ainda no final da década de 20, chamou o seu grupo de a Congregação do Senhor (Assembléia de YHWH) que foi organizada no verão de 1939.

 A. N. Dugger:

A. N. Dugger foi ministro da Igreja de Deus (7º Dia). Fundou a Igreja de Deus em Jerusalém e escreveu uma importante obra sobre a história da Igreja de Deus durante toda era Cristã juntamente com C. O. Dodd. Em 1936, convocou uma reunião na cidade de Galena, Kansas, e pediu que os ministros estivessem aptos a tomar uma importante decisão sobre as palavras que deviam ser pronunciadas no ato do batismo. Neste encontro, expôs um estudo sobre Mateus 28:19.

 Angelo B. Traina:

Acreditava num batismo com “hissopo”. Não acreditava nas cartas do apóstolo Paulo e aceitava as festas judaicas, Páscoa, Primícias e Tabernáculos. Traina parece nunca ter sido membro da Igreja de Deus. Entre 1933 e 1936 pastoreou uma igreja chamada de Assembléia do Evangelho Unido em Irvington, Nova Jersey. Depois de contatos com C. O Dodd, em 1938 ele foi convidado a falar em uma Igreja de Deus (7º Dia), falou de 4 a 6 horas por dia num acampamento. Até este tempo eles acreditavam que o nome próprio de Deus era Yahovah, mas depois entenderam que Senhor seria mais adequado. Traina traduziu o Novo Testamento para o Nome Sagrado em 1950.

 John Briggs, Paul Penn e William Bishop: John Briggs, discípulo de Traina, foi convencido por Sheffick, o tcheco. Brigs e Penn convenceram a William Bishop. Eles participaram de uma Igreja de Deus (7º dia) que foi a primeira a ser evangelizada no nome sagrado. Bishop foi o primeiro a evangelizar em nome de Yeshua. Briggs orava em nome de Yeshua, embora nem toda a sua congregação acreditasse nisso. Briggs passou a acreditar em imersão trina, primeiro em nome do Pai, Javé, depois em nome do Filho, Yeshua, e, por fim, em nome de Cades, o nome dos anjos no céu. Brigss e seus seguidores permitiam transliterações para o “nome de Deus” como: Yahovah, Yahveh, Yah e Yahavah. Penn e Briggs foram os primeiros a usar e pronunciar o nome Yeshua.

Clarence O. Dodd:

Clarence O. Dodd começou a celebrar a Páscoa, em 1928, e imediatamente começou a manter os outros dias de festa do ano. Em 1933, colaborou para criar um cisma na Igreja de Deus (7º Dia), originando uma divisão da igreja que ficou conhecida como Igreja de Deus de Salém. E, em 1937, após ter sido frustrada sua tentativa de ensinar a importância de manter estes dias sagrados, e ter sido pedido que se afastasse do cargo, ele se separou da igreja e inaugurou uma revista para proclamar a importância desta “grande verdade”. O nome da revista era Faith (Fé) e proclamava as festas judaicas anuais, depois, a partir de 1939, foi usada para proclamar a idéia do Nome Sagrado. Isto só aconteceu porque uma pessoa desconhecida enviou um artigo com a cópia da citação do livro de Edwin W. Pahlow, transcrita acima, para Dodd, que, apenas para preencher um espaço vazio numa de suas edições, resolveu publicar o artigo. A conseqüência é que muitas pessoas acabaram se interessando pelo assunto. Ele usou as transliterações Jah-oshuah e Jahoshua para o nome de Jesus. Para o tetragrama YHVH a forma Yahavah, com pronúncia Yahvah. Mais tarde, mudou para Javé, com pronúncia Yahway. Dodd foi batizado em nome de Yeshua em 1941 pelo pastor Earl Bigford da Igreja de Deus. Publicou sua revista até 1955, quando morreu, que depois foi dirigida por diferentes pessoas.

 

Herbert W. Armstrong:

Pastor afastado da Igreja de Deus em 1937. Fundou um movimento religioso que ficou conhecido como Igreja de Deus Mundial, a qual acabou após sua morte na década de 80. Esta igreja comemorava os dias de festas judaicas, mas Armstrong não aceitou o nome. Há indícios de que Armstrong aprendera sobre as festas com C. O. Dodd e de que muitos membros da igreja fundada por ele acreditavam na idéia do Nome Sagrado.

 

LD Snow: Foi um ministro da Igreja de Deus (7º Dia), Salém, Virgínia Ocidental que se convenceu sobre a doutrina do nome em 1943. Acreditava que Senhor era nome próprio de Deus. Participou de um congresso em outubro de 1938, a qual ele considera o verdadeiro início do Movimento do Nome Sagrado. Ele usou, como Dodd, a ortografia Javé e pronunciou como Yah-WAH por um curto tempo, depois usou Yahwah. Em 1950, fez outra mudança, agora para Yahcah. Ele afirma também que, já em 1938, a questão de como pronunciar o nome sagrado era muito disputado entre os próprios crentes do movimento. Em 1945, ele fundou  a Associação Publicadora do Nome Sagrado, em Fort Smith, Arkansas. Em 1949, organizou a Assembléia de Yahvah.

 

JD Bagwell: Foi um ministro da Igreja de Deus (7º Dia) que permitiu, em 9 de outubro de 1938, uma reunião em sua casa, Warrior, Alabama, declarada como a primeira reunião do Movimento do Nome Sagrado. A reunião foi declarada como sendo da Igreja de Deus e, por isso, acorreram vários ministros da Igreja para o local.

 

Jacob O. Meyer: Um dos atuais líderes do Movimento do Nome Sagrado nos Estados Unidos. Meyer aprendeu a doutrina do Nome Sagrado em um curso bíblico no Albright College. Ele foi rebatizado no Nome Sagrado e comemorou sua primeira Festa dos Tabernáculos em 1964. Notou que o pessoal do Movimento do Nome se empenhava muito em guardar as festas, como resultado dos ensinamentos de Dodd. Ele ficou muito decepcionado quando notou que o povo do Nome Sagrado estava muitíssimo fragmentado em suas doutrinas. Ainda em 1964, viajou de Bethel para Oregon para um congresso, onde permaneceu para ajudar seu grupo a iniciar uma revista, mas, para sua decepção, o grupo se fragmentou ainda mais, então, voltou para sua terra natal na Pensilvânia. Em 1969, Meyer lançou a Organização Assembléias de Javé com intuito de unificar todos os elementos do Movimento do Nome Sagrado, que até hoje permanece mais dividido do que nunca.

 

CONCLUSÃO

 

Alexander McWhorter, Frederick Leonard Chapell, Edwin W. Pahlow e Henry C. Kinley basearam suas afirmações em conhecimento secular. Alexander McWhorter era membro da Igreja de Deus (7º Dia), mas também acadêmico. Frederick Leonard Chapell ministrava teologia. Edwin W. Pahlow era, segundo se sabe, apenas um professor de história. Henry C. Kinley, apesar de não ser um promulgador do Nome Sagrado, buscava uma explicação científica para Deus. A pergunta é: será que uma doutrina cuja origem está na cabeça de cientistas achará sustento na Bíblia? Na verdade, não se sabe se estas pessoas influenciaram uma a outra no desenvolvimento desta idéia. Nem se sabe se as idéias de cada um eram coerentes entre si e se tinham intenções em comum, nem mesmo se chegaram a se conhecer. Muito menos se sabe, se alguns deles estavam tentando resgatar um elo perdido com Deus. Seja o que foi que aconteceu, há um aspecto do plano de salvação elaborado por Deus que elimina qualquer tentativa humana de restaurar alguma doutrina e se chegar a uma verdade ainda desconhecida, ou perdida. As doutrinas foram estabelecidas por Deus e foram restauradas de forma completa, quando Jesus reedificou o tabernáculo de Davi que estava caído, como diz: Depois disto voltarei, E reedificarei o tabernáculo de Davi, que está caído, Levantá-lo-ei das suas ruínas, E tornarei a edificá-lo. (Atos 15:16), descarecendo do auxílio de homens para reativar a verdade. Se Deus precisasse de homens para restaurar sua igreja, Jesus já poderia ter fundado sua igreja sobre o apóstolo Pedro. Mas não! A igreja foi fundada na rocha chamada Jesus (Mateus 16:18) e a verdade está completa desde quando Ele ascendeu ao Céu. Aos homens basta encontrá-la, não restaurá-la, como querem os do Movimento do Nome Sagrado e muito menos restaurá-la por vias científicas.

 

Sheffick, Squire LaRue Cessna, A. N. Dugger e Angelo B. Traina são quatro homens que tiveram participação fundamental nos momentos iniciais do Movimento. Destes, apenas dois tinham ligação com a Igreja de Deus (7º Dia), Squire LaRue Cessna e A. N. Dugger. Duas observações devem ser feitas: Cessna já dirigia um grupo que, por tudo o que se apresenta, estava desvinculado da Igreja de Deus (7º Dia) e contava com outro nome; Dugger, queria uma igreja com governo centralizado em Jerusalém e que guardasse as festas judaicas. Dois tipos de comportamento que sempre foram condenados pela igreja, desde tempos primitivos, isto é, pela Bíblia. Traina, não se dizia da Igreja de Deus (7º Dia) e tinha um grupo sob seu comando, o qual nada se sabe sobre a legitimidade deste trabalho, além de que celebrava as festas judaicas, cria num batismo estranho, não aceitava as cartas de Paulo. Podemos confiar na tradução que ele fez do Novo Testamento? E, Sheffick, parece ter surgido do nada para falar contra o nome de Jesus. Pergunto: Devemos acreditar nestes homens? Eu não acredito!

 

John Briggs, Paul Penn e William Bishop foram aqueles que acreditaram no Nome Sagrado através do tcheco. É dito que eram ministros da Igreja de Deus, mas também eram discípulos de Traina, que dizia nunca ter pertencido a Igreja. Não sei ao certo o que se passou, mas, seja o que for, Traina e seus discípulos creram através do tcheco e mais tarde Traina pregou sobre o nome numa reunião da Igreja, quando Dodd aceitou a doutrina. A pergunta: Como numa reunião oficial da Igreja alguém, que não parece fazer parte do corpo, expõe uma doutrina? Segundo a história da Igreja, parece-me que Traina fez isso de forma oportunista, depois que um grupo de líderes havia se retirado da reunião. Mas é importante frisar que isto tudo está acontecendo numa ala da igreja, com sede em Salém. A outra, com sede em Stanberry, parece não ter envolvimento com esta doutrina.

Clarence O. Dodd e Herbert W. Armstrong foram dois pastores da Igreja de Deus. Dodd e Armstrong seguiram com Dugger na divisão que ocorreu em 1933. Tanto um como o outro criam na continuidade das festas judaicas, mas Armstrong nunca acreditou que o nome seria somente em hebraico. Dodd, porém, grafava o nome das mais diversas formas. Armstrong, em 1937, foi desconsiderado do quadro de obreiros da Igreja liderada por Dugger e fundou sua própria igreja. A pergunta: Por que será que a mensagem do nome surgiu através de pessoas que tinham em seu currículum um repertório de ações voltadas para uma suposta restauração da verdade? E a outra pergunta difícil de responder, é: Até quando a ala da Igreja liderada por Dugger continuou em comunhão?

 

LD Snow e JD Bagwell foram dois ministros da Igreja de Deus também pertencentes à facção de Salém. A biografia deles permite entender o quanto confuso estavam os líderes do Movimento. O nome era grafado de várias maneiras e, com isso, várias pronúncias. Não se entendiam sobre a forma correta no início do movimento, como não se entendem até o presente momento. “Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito” (João 14:26). A pergunta: Por que o Espírito Santo “revelou” que o nome tinha que ser pronunciado e escrito em hebraico e não revelou qual a grafia correta? Não é confuso?

 Jacob O. Meyer não consta que tenha pertencido à Igreja de Deus antes de conhecer a doutrina do nome, mas é fato que se envolveu com ela logo depois, quero dizer com a ala da igreja que deu origem ao Movimento. Por sua biografia, percebemos a divisão enorme que sempre foi o Movimento do Nome Sagrado e mais uma vez confirma a origem da doutrina num meio que não a igreja verdadeira. Por que será? Em suma, o Movimento do Nome Sagrado tem suas origens em idéias de pessoas relacionadas com a Ciência, mas com o temor a Deus questionável. Estas idéias “científicas” influenciaram alguns institutos teológicos protestantes. Estas idéias também influenciaram ministros da Igreja de Deus, mas de uma ala da igreja cuja característica de seus líderes era a inovação doutrinária. Procedimento não recomendado na Bíblia. “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema”

(Gálatas 1:8). A verdade está na Bíbilia, nossa tarefa é encontrá-la, não restaurá-la O Nome Sagrado é um ramo da Igreja de Deus (7º Dia), mas um ramo de outro ramo, a Igreja de Deus (7º Dia) com sede em Salém. Pregam, na verdade, uma doutrina desnecessária, pois, é pela fé semelhante à de Abraão que somos salvos. E veja o que é dito sobre o conhecimento que Abraão tinha do nome de Deus: “Apareci a Abraão, a Isaque e a Jacó, como o Deus Todo-Poderoso; mas pelo meu nome Jeová, não lhes fui conhecido” (Exôdo 6:3). Deus se dá a conhecer aos povos através de seu poder, não através de uma grafia.

 

Este livreto não poderá ser vendido. Deve ser distribuído gratuitamente.

O Movimento do Nome Sagrado ataca as versões e traduções da Bíblia, dizendo que elas sofreram alterações humanas, inclusive, a alteração do nome do Messias, e que, por isso, não devemos confiar nelas. Para conhecer mais sobre a história da Bíblia, peça o meu estudo sobre Apocalipse 10 e 11: O livrinho selado e as duas testemunhas. Neste estudo, é mostrado como a Bíblia desempenhou um papel importante na história e não pode ter sido alvo de nenhum tipo de especulação humana.

Se você deseja conhecer outras profecias do Apocalipse, pode reservar um exemplar do meu livro sobre os sete selos, as sete trombetas e a taças, que perfaz a história desde a igreja primitiva até nossos dias. São revelações surpreendentes.

Você não deve deixar de ler.

Envie um e-mail para: edybrilhador@gmail.com

 BIBLIOGRAFIA

http://www.friendsofsabbath.org/Further_Research/History%20of%20the%20Sabbatarian%20Movement/sacrednamehistory.html

http://www.sacrednamemovement.com/SNHistory.htm

 

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