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A QUESTÃO DO SISTEMA DE GOVERNO DA IGREJA DE DEUS NA HISTÓRIA

Entre os anos 1664 e 1671 se estabeleceram as primeiras Igrejas de Deus nos Estados Unidos. Nos séculos dezessete, dezoito e dezenove não havia nenhum tipo de organização formal, mas apenas congregações locais, espalhadas por todo o território americano.

Em 1888, foi criada a Conferência Geral da Igreja de Deus, com sede em Stanberry, no estado de Missouri. Esta Conferência funcionava no objetivo de manter as igrejas locais unidas na doutrina e não como um meio de impor decisões nas congregações.

 No ano de 1923 os ministros decidiram agregar ao nome Igreja de Deus o termo “Sétimo Dia”, por haver neste tempo outras denominações com o mesmo nome. O nome com o agregado se lê da seguinte maneira: Igreja de Deus (Sétimo Dia).

 No ano de 1923, devido ao crescimento da obra em muitos países, os ministros da Igreja nos Estados Unidos, estudaram a possibilidade de se fazer publicações da doutrina da Igreja de Deus em alemão, hebraico e dialetos da Índia, assim como manter sete ministros na China.

Na Conferência Geral de 1923 se discutiu sobre a possibilidade de se estabelecer a operação de publicações no México. A Conferência Geral da Igreja de Deus neste tempo, mantinha contato com membros da Igreja na Índia, África, Europa, América Central e América do Sul.

A Conferência Geral deste tempo atuava como um meio para manter as Igrejas de Deus unidas, porém com um sentimento “antiorganizacional”. Este sentimento e modo de crer se publicava na revista O Advogado. Existem documentos em que a Igreja dos Estados Unidos, em 1920, operava de forma autônoma. As Igrejas e os ministros apoiavam e reforçavam o sistema de autogoverno dentro de cada igreja local.

 No tempo do ministro A. N. Dugger a Igreja teve certo avanço quanto à membresia, porém, enfrentou uma década de lutas ministeriais, pois a Igreja começou a experimentar reformas quanto ao modo de se manejar as finanças.
Dugger observara que alguns ministros recebiam dízimos dos membros pelo correio.
Para deter este fluxo de dízimos diretamente aos ministros, se empenhou a  convencer aos membros de todas as partes, que remetessem seus dízimos ao tesoureiro da Conferência Geral ou ao tesoureiro do Distrito. Isto permitiu aos membros se confundirem de tal modo, que alguns enviavam aos ministros, outros a Conferência Geral e outros retinham seus dízimos.

 Os ministros que desejavam desfrutar dos dízimos em suas próprias igrejas, se empenharam a fortalecer a oposição contra a organização nacional, que afetava o sistema de governo local das igrejas.

 Em 1927, na reunião da Conferência que teve lugar em Rich Hill, Missouri, se tomou a resolução de que não se aceitasse nenhuma doutrina não aprovada pela Conferência Geral. Referiam-se mui especialmente, ao fato das instruções bíblicas com respeito ao governo interno na Igreja e não um governo nacional, como vinha fazendo a Igreja Adventista.

 Desde 1924, a idéia de se estabelecer um governo que consideravam ser mais bíblico, passou a ter influência sobre vários ministros, apoiando a proposta do ministro A. N. Dugger. Esta idéia era estabelecer um governo encabeçado por 12 apóstolos, 70 profetas e 7 diáconos universais. Os apóstolos seriam sobrevedores da obra mundial e com nomeação que somente seria interrompida com a morte. Os profetas seriam missionários que sairiam ao plano de evangelismo a outros países. Os diáconos seriam administradores das finanças.

 Por outro lado, um dos destacados ministros daqueles anos, Frank M. Walker, liderou os ministros que se opunham a esta forma de administrar a Igreja.

 ANOS DE DESDOBRAMENTOS

Na reunião da Conferência Geral que se realizou no mês de agosto de 1933, se manifestou o descontentamento de vários ministros sobre a proposta de se estabelecer o governo dos Doze, dos Setenta e dos Sete, como o governo principal da Igreja de Deus a nível mundial, uma idéia que por quase uma década estiveram estudando em suas reuniões anuais.

 Ao se eleger o novo Presidente da Conferência, dois nomes resultaram dos mais idôneos para esta função: O de A. N. Dugger e o de A. S. Christenson. Porém, a eleição por votação terminou com igual número de votos para os dois ministros. Então, Willian Alexander, ministro que presidia a sessão da Conferência, pôs seu voto a favor de A. S. Christenson para romper o empate e dar a este o cargo de Presidente. Isto desgostou a A. N. Dugger, porque não sendo ele o Presidente da Conferência, não poderia levar a frente o seu plano de uma organização mundial.

 Passada a Conferência Geral, na qual se elegeu o ministro A. S. Christenson como o novo Presidente, houve um grande descontentamento no ministro A. N. Dugger, porque não sendo ele o Presidente, lhe seria mui difícil estabelecer o governo dos Doze, dos Setenta e dos Sete.

 Molestado por esta determinação, enviou cerca de dez mil cartas  membros da Igreja nos Estados Unidos. Escreveu também a ministros de uns 25 países, incentivando-os a apoiar “o plano bíblico” sobre o governo da Igreja e a orar por este plano. Em suas cartas os convidava a assistir a uma urgente reunião, que se realizaria em Salém, West Virgínia, no dia 4 de novembro de 1933.

 O ministro A. N. Dugger convidou a todos os membros e ministros a chegarem no dia 3 de novembro, afim de que passassem a noite em oração.
Passaram a noite do dia 3 para o dia 4 em oração, sendo que jejuaram na parte clara do dia.

 No sábado, dia 4 de novembro, dia em que jejuaram, se fez uma urna que continha 140 nomes de ministros de diferentes partes, escritos em pequenas bolinhas de papel. Este grupo reunido em Salém, estava iniciando as reformas que eles sentiam que eram necessárias para restaurar a organização da Igreja conforme as Escrituras. A eleição dos Doze e dos Setenta teria que ser feita por sorteio, ou seja, sacando as bolinhas de papel da urna que haviam preparado.

Por volta das 11 horas da manhã, depois de uma breve oração, se empenharam a sacar da urna os nomes dos Doze. Depois foi a vez de sacar os nomes dos Setenta, seguindo o mesmo sistema. No mesmo critério, a congregação reunida elegeu os membros dos Sete.

 Deve-se saber que a maioria dos ministros eleitos para o grupo dos Doze e dos Setenta não estavam presentes e alguns nem imaginavam que seus nomes haviam sido postos na urna.

A IGREJA SE DIVIDE EM 1933

Desde aquela data a Igreja foi dividida em duas organizações diferentes. Uma destas era o corpo original da Igreja, que continuava com a Conferência Geral em Stanberry, Missouri. O outro ramo se estabeleceu em Salém, West Virgínia. O grupo que se separou em 1933, se considerava a si mesmo a organização apostólica do livro de Atos.

 No ano de 1938 havia alguns nomes que figuravam entre os Doze e os Setenta de Salém, que não sabiam que tinham tal categoria, nem tampouco aceitavam esta forma de organização. Estes trabalhavam com a Conferência Geral de Stanberry.

 No dia 4 de novembro de 1933, se declarou abertamente uma divisão na Igreja de Deus dos Estados Unidos. Esta fração da Igreja foi encabeçada pelos ministros A. N. Dugger, C. O. Dodd, F. M. Summers e outros que apoiaram a A. N. Dugger, o qual sustentava a idéia de que a Igreja de Deus devia ter sua sede e centro de atividades em Jerusalém, Palestina. Sustentava também que a organização da Igreja devia estar na liderança de 89 pessoas, que eram os Doze, os Setenta e os Sete. O grupo de Salém passou a se chamar Igreja de Deus da Organização Bíblica.

A outra parte da Igreja, que era maior em número de congregações e que rechaçava a idéia de uma organização apostólica com 89 pessoas por cabeça, seguiu no mesmo lugar sede em que havia se estabelecido desde o século anterior, em 1888. Este lugar era Stanberry, no estado de Missouri, Estados Unidos.

 Mas, nos vinte anos que se seguiram, a Conferência de Stanberry foi absolvida pelas idéias e sistema de governo da organização de Salém. Em 1949, transferiu a sede para Denver.

 Quando o corpo original da Igreja cedeu à forma de organização de Salém, se formou o Concílio de Meridian. Em Meridian, uma pequena cidade do estado de Idaho, algumas famílias antigas da Igreja de Deus se mantiveram firme em defesa do sistema de governo regido por autonomia local. O ministro Frank M.
Walker, falecido em 1997, foi o maior exemplo.

Bibliografia:

Fragmentos Históricos da Igreja de Deus

Tradução do espanhol feita pelo Jesiel Lincoln dos Santos

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Comments

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