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Dispersão de Israel

  “…e os espalhei entre as nações, e foram dispersos pelas terras; conforme os seus caminhos, e conforme os seus feitos, eu os julguei.”

Ezequiel 36:19

 

 

Após a morte do rei Salomão, o reino de Israel foi dividido: no norte onde habitavam dez tribos, a cidade de Samaria era a capital. No sul, as tribos, de Judá e Benjamim constituíram um reino mais forte, e sediado em jerusalém. Passado por altos e baixos em seu relacionamento com Deus, o dividido povo ainda permaneceria por algum tempo em sua terra.

Desde então, a história bíblica desta nação nos relata a ocorrência de quatro dispersões consecutivas. A primeira, descrita em II Reis 11:29, ocorre em 732 a.C, no chamado cativeiro galileu. Nesta ocasião uma parte das dez tribos do norte foi levada para a Assíria, região leste do rio Eufrates. A segunda dispersão, contada em II Reis 17 :1-6, foi mais abrangente e corresponde ao fim do reino setentrional de Israel. Isto se deu mais tarde, por volta de 722 a.C.

O reino do sul, com com capital em Jerusalém, continuou existindo por mais de um século, quando finalmente sucumbiu diante da potência militar babilônica . Em II Crônica 36: 17-21. temos a confirmação deste fato, consumado em 586 a.C. O cativeiro de Judá trouxe uma nova etapa para a vida do Povo de Israel. Expulsos de sua terra, ficaram em Babilônia por 70 anos, até que Ciro, do reino da Pérsia, promulgasse um edito lhes permitindo voltar. Na época nem todos os israelitas voltaram desta terra que hoje fazem parte do Irã e do Iraque. Desta região foram seguindo para o norte, se estabelecendo em outras nações. Mas os poucos que voltaram, viveram na dominada terra de Israel e sua santa cidade de Jerusalém.

Submetidos ao governo dos medos, persas, gregos e romanos, os judeus sempre almejaram o dia da liberdade, quando o Messias da linhagem de Davi traria a tão sonhada independência. No entanto, esse Messias, que sabemos ter sido Cristo Jesus, foi rejeitado e crucificado por seu povo. Esse ato de rebelião contra a vontade divina trouxe para Israel o seu último  definitivo cativeiro. Entre 66 e 70 de nossa era, em uma luta aguerrida contra os romanos, os judeus foram vencidos e forçado à escravidão. Nos anos posteriores a 70,  nada se via nesta terra, que pudesse indicar uma restauração. Até que chegou o tempo determinado por Deus para a figueira tornar a brotar.

 

 

O que apenas restou da antiga Jerusalém foi seu murro das lamentações (murro do templo).

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