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História da Igreja

O Papel Histórico do Quarto Mandamento nas Igrejas de Deus sabatistas.

É convenientemente admitido pelas igrejas sabatistas durante os últimos dois séculos que o tema central e o sinal identificador do Cristianismo verdadeiro era o Sábado e que através da história as igrejas foram perseguidas pela sua adesão ao Sábado. Esta posição é, no melhor dos casos, verdadeira só em parte e, no pior dos casos, esconde os aspectos fundamentais verdadeiros da fé pelos quais a Igreja de Deus foi perseguida e esses outros aspectos que formam os sinais dos eleitos. Este artigo mostra que há de fato uma série de sinais que identificam aos eleitos e que foram usados para os isolar e extrai-los da sociedade ao longo dos períodos de perseguição geralmente mencionados como as Inquisições.

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Este documentofoi traduzido da internet:
http://www.logon.org/spanish/ e http://www.ccg.org/

O Papel Histórico do Quarto Mandamento nas Igrejas Sabatistas de Deus

Introdução

Houve uma corrente contínua de igrejas que guardavam o Sábado ao longo de toda a história que esteve mais ou menos em oposição contínua ao sistema de igreja representativo da maioria, e perseguido por este. É convenientemente assumido pelas igrejas sabatistas dos últimos dois séculos que o tema central e o sinal identificador deste sistema era o Sábado e que as igrejas foram perseguidas por sua adesão ao Sábado. Esta posição é no, melhor dos casos, verdadeira só em parte e, no pior dos casos, esconde os aspectos fundamentais verdadeiros da fé pelos quais a Igreja de Deus foi perseguida e esses outros aspectos que formam os sinais dos eleitos. Este artigo mostra que há, de fato, uma série de sinais que identificam aos eleitos e que foram usados para os isolar e extrai-los da sociedade ao longo dos períodos de perseguição geralmente mencionados como as Inquisições. O sistema ortodoxo representativo da maioria usou muitas das marcas que identificam a fé para recolher informação e evidência contrárias aos eleitos para os destruir.

Que diz a Biblia exatamente quais são os sinais dos eleitos e que papel o Sábado tem neste processo de identificação?

O Sábado Como Um dos Sinais da Igreja

O Sábado é o quarto mandamento. Encontra-se em Êxodo 20:8,10,11 e Deuteronômio 5:12.

O Sábado se encontra enumerado como um sinal do povo de Deus. É um sinal entre nós e Deus quem nos faz santos.

Êxodo 31:12-14 12 Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo: 13 Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica. 14 Portanto guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente morrerá; porque qualquer que nele fizer alguma obra, aquela alma será eliminada do meio do seu povo. (Almeida Corrigida e Fiel, 1994)

Com freqüência, é admitido, e incorretamente, que os Sábados mencionados aqui são simplesmente o plural do singular Sábado semanal. É incorreto. Os Sábados são estendidos ao rol inteiro de culto sobre os Dias Santos alistados como os Sábados de Deus. A morte é espiritual.

O Sábado não é exclusivamente um sinal da Igreja. É também um sinal do povo do pacto ainda não chamado à Igreja. Se isto fosse o sinal do eleito, então o Judaísmo teria parte na primeira ressurreição, o que não é verdade.

Os Outros Sinais dos Eleitos

O segundo sinal é a Páscoa e a Festa dos Pães Ázimos.

Êxodo 13:9-16: “9 E te será por sinal sobre tua mão e por lembrança entre teus olhos, para que a lei do SENHOR esteja em tua boca; porquanto com mão forte o SENHOR te tirou do Egito. 10 Portanto tu guardarás este estatuto a seu tempo, de ano em ano. 11 Também acontecerá que, quando o SENHOR te houver introduzido na terra dos cananeus, como jurou a ti e a teus pais, quando ta houver dado, 12 Separarás para o SENHOR tudo o que abrir a madre e todo o primogênito dos animais que tiveres; os machos serão do SENHOR. 13 Porém, todo o primogênito da jumenta resgatarás com um cordeiro; e se o não resgatares, cortar-lhe-ás a cabeça; mas todo o primogênito do homem, entre teus filhos, resgatarás. 14 E quando teu filho te perguntar no futuro, dizendo: Que é isto? Dir-lhe-ás: O SENHOR nos tirou com mão forte do Egito, da casa da servidão. 15 Porque sucedeu que, endurecendo-se Faraó, para não nos deixar ir, o SENHOR matou todos os primogênitos na terra do Egito, desde o primogênito do homem até o primogênito dos animais; por isso eu sacrifico ao SENHOR todos os primogênitos, sendo machos; porém a todo o primogênito de meus filhos eu resgato. 16 E será isso por sinal sobre tua mão, e por frontais entre os teus olhos; porque o SENHOR, com mão forte, nos tirou do Egito.” (Almeida Corrigida e Fiel, 1994)

A Páscoa e os Pães Ázimos são o segundo sinal do povo do pacto. Esta extensão do quarto mandamento (como vimos no supracitado texto bíblico) é para marcar as leis de Deus em nossas ações (mãos) e em nossas mentes (frontes, entre os olhos). Isto é o sinal da lei do Senhor (Deut. 6:8) e de Sua redenção de Israel (Deut. 6:10). No Novo Testamento, este status estende-se aos gentios que estão em Cristo (Rom. 9:6; 11:25-26). O entendimento da Páscoa nas Igrejas de Deus no século vinte foi seriamente equivocado. É entendido, de modo muito incorreto, que os judeus o entendiam mal e que a Páscoa dos judeus era na noite do decimo quarto dia de Nisan e a ‘Noite para Ser Muito Recordada’ estava no decimo quinto dia e que esta noite era chamada incorretamente a Páscoa pelos judeus.

Estes sinais da lei, o Sábado e a Páscoa, são traçados especificamente para defender o contrário da idolatria (Deut. 11:6). Estes dois sinais são o selo na mão e na fronte dos eleitos do Senhor. Com o Espírito Santo, formam a base do selamento dos últimos dias em Apocalipse 7:3. O sinal dos eleitos é centrado, assim, no primeiro mandamento. Cristo disse Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás . (Mateus 4:10; Lucas 4:8). O serviço, em termos bíblicos, é adoração.

Expiação é outro sinal do povo do pacto. Quem deixar de cumprir a Expiação está condenado à remoção do meio do seu povo; em outras palavras, do corpo do pacto de Israel que é a igreja (Lev. 23:29).

O sinal inicial e primário do povo do pacto era a circuncisão ( Gên.17:14). Isto foi mudado para estado do batismo.

O batismo no Espírito Santo, então, é o sinal primário do eleito, através do sangue de Jesus Cristo dentro do único corpo (Mateus 28:19; Atos 1:5; 11:16; Rom. 6:3; 1Cor. 12:13; Heb. 9:11-28).

A Posição Doutrinária Comum da Igreja

A doutrina comum dos eleitos se vê desde os tempos mais primitivos. A proximidade máxima com que podemos atingir ao apóstolo João é pelos escritos dos discípulos Policarpo e Irineu. A perspectiva mais remota consiste em que a Biblia e a igreja do Novo Testamento compartilhavam um conceito distintivo da Divinidade que foi constante durante aproximadamente dois mil anos.

O centro de sua fé era sua doutrina a respeito de Deus. O Sábado, as Luas Novas e as Festas eram aspectos distintivos da adoração desse Deus. Isto também foi acompanhado pela adesão às leis da alimentação sobre uma base bem estendida ou geral. Assim, o Sábado e tudo o que fluiu dele, foi um sinal de adoração do único Deus verdadeiro (João 17:3). Este Deus, Eloah, era o mesmíssimo adorado por Judá e revelado no Antigo Testamento. Para a igreja primitiva, a Bíblia era o Antigo Testamento que foi interpretado e explicado pelo Novo Testamento .

A Base Bíblica da Doutrina Comum

A base bíblica da doutrina comum centra-se no primeiro e grande mandamento. Deste modo, vemos que o quarto mandamento é meramente uma quarta faceta de uma estrutura maior. Os Sábados e os Dias Santos, por sua vez, são subestruturas do quarto mandamento e interrelacionam-se aos outros mandamentos.

A Igreja está comprometida a guardar os Dez Mandamentos como se encontram em Êxodo 20:1-17 e Deuteronômio 5:6-21.

O primeiro mandamento é:

“2 Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. 3 Não terás outros deuses diante de mim.” (Almeida Corrigida e Fiel, 1994)

Deus, o Pai, é o único Deus verdadeiro (João 17:3) e não há outro elohim que exista diante dEle ou igual a Ele. É proibido adorar ou orar a qualquer outra entidade, incluindo a Jesus Cristo. .

O segundo mandamento é:

“4 Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. 5 Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. 6 E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.” (Almeida Corrigida e Fiel, 1994)

Assim, é proibido fazer figuras ou semelhanças de qualquer descrição para se empregar na adoração religiosa ou o simbolismo. O crucifixo, então, é proibido para a Igreja como um símbolo. Os mandamentos, eles mesmos fazem parte da identificação do sistema religioso e assim todos são enraizados.

O terceiro mandamento é:

“7 Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.” (Almeida Corrigida e Fiel, 1994)

O nome do Senhor Deus confere a autoridade e daí esta lei não trata somente com a blasfêmia crua, mas se estende ao mau uso da autoridade da Igreja e a todo os que pretendem atuar sob a direção de Deus através de Jesus Cristo. .

O quarto mandamento é:

“8 Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. 9 Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. 10 Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. 11 Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou.” (Almeida Corrigida e Fiel, 1994)

O Sábado do sétimo dia é, assim, obrigatório à fé. Nenhum Cristão pode servir Deus e falhar em guardar o Sábado, corretamente nomeado e bem conhecido como o sábado do calendário atual. O estabelecimento de outro dia de adoração, que não seja o sétimo dia, não só viola este mandamento, mas se faz um símbolo de idolatria, sendo alheio à vontade expressa de Deus. É um ato de rebelião e, assim, igual à bruxaria (1 Sam. 15:23). Vinculado ao segundo mandamento, que enraíza o quarto, isto se faz a idolatria. O estabelecimento de um calendário que ajusta a semana sobre uma base rotatória, ou um que mostra domingo como o sétimo, tem o mesmo efeito.

Estes primeiros quatro mandamentos determinam a relação do homem a Deus e são identificados sob a cara primeira e principal da lei, o que é:

“Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. Marcos 12:30). Isto é o primeiro e o grande mandamento.” (Mateus 22:37-38).

A identificação absoluta com Deus deriva-se da adesão fiel a estes mandamentos e evitar-se de qualquer ação que o prejudicaria.

O quarto mandamento é, assim, um de uma série de quatro, que são integrais ao primeiro grande mandamento. Logo, da boca de Jesus Cristo, Deus o Pai é central, e o primeiro ponto e obecto final, da fé (Mateus 22:37-38; Marcos 12:30; Apo. 1:8). O conhecimento do Único Deus Verdadeiro e de Seu filho Jesus Cristo, a quem Ele enviou, é central para receber a vida eterna (João 17:3; 1 João 5:20). O quarto mandamento não é um fim em si mesmo, mas simplesmente um indicador primário dos eleitos e o ato de sua obediência a Deus.

O quarto mandamento se estende para abarcar o sistema inteiro de adoração bíblica das Luas Novas, Festas e Dias Santos e também de dizimar que se relaciona com o sistema das primícias e da Colheita do Pacto .

As Luas Novas e as Festas combinam-se para formar a estrutura da Governação de Deus. O Sanhedrin, da mesma maneira como o Templo físico e seu sacerdócio, era o reflexo do sistema celestial (Heb. 8:5). No entanto, temos um altar do que os que servem ao tabernáculo (ou a estrutura física) não têm nenhum direito de comer (Heb. 13:10). Assim, não temos nenhuma cidade durável física, mas procuramos a cidade que virá. Da mesma maneira que os sacrifícios são queimados fora da cidade, assim também Cristo foi sacrificado fora da cidade e, então, vamos para adiante fora do campo para sofrer um abuso similar ao que ele aguentou (Heb. 13:12-13).

Então, contemplamos o exemplo de nossos irmãos do passado para ver o que eles suportaram e por que foram castigados. As doutrinas da igreja nos primeiros séculos da era cristã podem ser consideradas razoavelmente constantes se podemos isolar o fato da propaganda do sistema estabelecido.

Aplicação Destes Elementos Distintivos nas Doutrinas das Igrejas Primitivas

A igreja nos primeiros três séculos da era cristã era exclusivamente Unitária. Os Gnósticos e Modalistas não são considerados parte da Igreja. Não há nenhuma evidência em absoluto que Cristo ou os apóstolos ou seus discípulos foram alguma vez Binitários ou Trinitários. De fato, há evidência clara que a doutrina da Trindade foi desenvolvida do Binitarianismo, desenvolvida dos supostos ‘Cristãos’ do quarto século. A posição Trinitária, e também sua precurssora incoerente, o Binitarianismo, nunca foi sustentada pela igreja sabatista até essa época, ou certamente até a Reforma, cerca de onze séculos mais tarde. O Binitarianismo, aliás, veio do Modalismo, que é a doutrina dos adoradores do deus Attis em Roma .

Evidência da História e da Perseguição da Igreja

A Igreja Primitiva

Sabemos dos escritos de Irineu (e de seu predecesor, Policarpo) que ele e a Igreja eram centralmente Unitários e que eles acharam que Cristo era o elohim designado e que os eleitos deviam se fazer elohim como Cristo era com Deus. Eles entendiam que só Deus existiu para sempre e que Ele não tinha nada contemporâneo com Ele. Isto é assimilado de Zacarias 12:8 e é encontrado contrariamente em Heresias.

Irineu diz, a respeito de Deus ( Contra Heresias, III, viii, 3):

“Já que Ele mandou, e eles foram criados; Ele falou e eles foram feitos. Portanto, a quem mandou Ele? O Verbo, sem dúvida, por quem, Ele diz, ‘o céu foi estabelecido e todo seu poder pelo alento de Sua boca’.” [Salmos 33:6].

Irineu mantinha que:

“…é demonstrado claramente que nem os profetas nem os apóstolos alguma vez nomearam a outro Deus, nem chamaram [a ele] Senhor, exceto o verdadeiro e único Deus… Mas as coisas estabelecidas são diferentes dele quem os estabeleceu, e o que foi feito, dele quem o fez. Já que Ele é incriado, tanto sem princípio como fim, e não carece de nada. Ele Mesmo é suficiente para Ele, e ainda mais; Ele concede a todos os outros esta mesma coisa, a existência; mas as coisas que foram feitas por Ele.” (ibid.).

Irineu estendeu a capacidade para se fazer Deus ( teos ou elohim) ao Logos aqui diferente das outras coisas estabelecidas (ibid.). Ele já tinha estabelecido a posição de Deus, do Filho e daqueles da adoção como theoi ou elohim e de todos os filhos de Deus desde o Livro III, Capítulo vi.

“Portanto, nem o Senhor, nem o Espírito Santo, nem os apóstolos, alguma vez ter-lhe-iam nomeado como Deus, definitivamente e absolutamente, ele quem não era Deus, a não ser que ele fora realmente Deus; também não teriam chamado a ninguém em sua própria pessoa Senhor, exceto Deus, o Pai, governador de tudo, e Seu Filho quem recebeu domínio de Seu Pai sobre toda a criação, como este versículo mostra: “DISSE o SENHOR ao meu Senhor: Assenta-te à minha mão direita, até que ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés.” [Salmos 110:1] . Aqui [a Escritura] representa ao Pai que se dirige ao Filho; Ele quem lhe deu a herança dos pagãos, e subordinou a ele todos Seus inimigos…

Irineu continuou em declarar que o Espírito Santo aqui nomeia como Senhores a ambos, o Pai e o Filho. Ele mantinha que era Cristo quem falou com Abraão antes da destruição dos Sodomitas e quem tinha recebido poder [de Deus] para julgar os Sodomitas por sua maldade.

E isto declara a mesma verdade: “O teu trono, ó Deus, é eterno e perpétuo; o cetro do teu reino é um cetro de eqüidade. Tu amas a justiça e odeias a impiedade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria mais do que a teus companheiros.” [Salmos 45:6]. Pois, o Espírito designa ambos [deles] pelo nome de Deus [theos ou elohim] – ele quem é ungido como Filho e Ele quem unge, que é o Pai. E outra vez: “DEUS está na congregação dos poderosos; julga no meio dos deuses.” [Salmos 82:1]. Ele [aqui] se refere ao Pai e ao Filho e aos que receberam a adoção; mas, estes são a Igreja já que ela é a sinagoga de Deus, os que Deus – que é o Filho Mesmo – tem conquistado por Si Mesmo de quem Ele outra vez fala: “O DEUS poderoso, o SENHOR, falou e chamou a terra …” [Salmos 50:1]. Quem se propõe por Deus? Ele de quem Ele disse, “Virá o nosso Deus, e não se calará…” [Salmos 50:3], isto é, o Filho quem veio manifestado aos homens, quem disse, “FUI buscado dos que não perguntavam por mim…” [Isa. 65:1]. Mas de que deuses [fala]? [Daqueles] a quem Ele diz, “Eu disse: Vós sois deuses, e todos vós filhos do Altíssimo.” [Salmos 82:6]. Àqueles, sem dúvida, que receberam a graça da “adoção, pelo que gritamos Abba, Pai” [Rom. 8:15] ( Contra Heresias, Livro III, Ca. vi, ANF, vol. I, p. 418-419).

Sem dúvida, Irineu tinha uma visão subordinatória da Divinidade e expandiu o termo Deus (como theoi ou elohim) para incluir o Filho e aqueles também da adoção. Isto, provavelmente, é derivado, pelo menos, de Zacarias 12:8. Ele parece indicar aqui que Cristo se junta aos eleitos, enquanto sabemos, através da Escritura, que é Deus quem dá os eleitos a Cristo para que eles sejam unidos (João 17:11-12; Heb. 2:13; 9:15). O emprego do termo exclusivamente aos eleitos físicos pode ser incorreto, dado o uso de Irineu aqui. Do entendimento do Apocalipse 4 e 5, o Exército leal está também incluído no concilio. Assim, o Exército leal é também a Ecclesia de Deus.

É também importante entender que a doutrina da imortalidade da alma foi considerada uma doutrina atéia e blasfema. Esta posição prosseguia tanto, que, ao se introduzir a adoração dominical na igreja, como ocorreu tão cedo, como em 150 EC (era cristã), da evidência de Justino Mártir, ainda se vê que as doutrinas da Divindade e da ressurreição eram centrais e pacíficas. Assim, o Sábado foi renegado antes da Divinidade e da ressurreição nas etapas mais primevas. Isto foi revertido na posição posterior na qual a Divindade é imputada antes das posições do Sábado e da doutrina da alma.

Anders Nygren ( Agape and Eros, Tr. por Philip S. Watson, Harper Torchbooks, Nova York, 1969) entendeu o conceito da vida eterna na igreja quando ele disse:

“A Igreja antiga se diferencia do helenismo, sobretudo, em sua crença na ressurreição. A tradição cristã afirmou a ‘ressurreição da carne’ que os Apologistas opuseram à doutrina Helenística da ‘imortalidade da alma’. A antítese estava consciente e intencional, já que em nenhum ponto, tanto como este, sentia-se a oposição ao espírito helenístico pelos Cristãos primitivos. A doutrina platônica, helenística, da imortalidade da alma pareceu aos Apologistas uma doutrina atéica e blasfema, que, acima de tudo, eles devem atacar e destruir (Justino, Dial. Lxxx. 3-4).”

Suas divisas quanto a isto bem poderiam ter sido a palavra de Taciano: ‘Não imortal, ou gregos, é a alma em si mesma, mas mortal. Ainda é possível para isso não se morrer.’ (Taciano, Oratio Anúncio Graecos, xiii. 1).

A diferença entre Cristão e não-Cristão neste assunto era tão grande que a crença na ‘ressurreição da carne’ poderia se fazer um shiboleth (Juízes 12:6). O que crê na ‘imortalidade da alma’ mostra assim que ele não é Cristão. Como Justino diz: ‘Se aceitaste a uns que são chamados Cristãos… e quem dizem que não há nenhuma ressurreição dos mortos, mas que suas almas, quando eles morrem, são tomadas ao céu; não te imagines que eles são Cristãos’ ( Dial. lxxx. 4) (ibid., p. 280-281).

Assim a Igreja negou a imortalidade da alma – ela era absolutamente unitária subordinacionista. Aqueles não só teriam recusado a trindade se fora avançada naquele tempo, talvez também teriam excomulgado a qualquer que professara aquela doutrina ou a qualquer diteísmo evidente de círculos Gnósticos. A Igreja era muito tolerante, no entanto, em ter a opinião de que as heresias foram permitidas para mostrar o que tinha a aprovação de Deus na Igreja (1Cor. 11:19). Eles provariam isto com diligência no estudo (2Tim. 2:15).

Também mantinham que o Antigo Testamento era a Escritura e que o Novo Testamento era interpretativo daquela Escritura. Eles cumpriam com as Luas Novas e as Festas e vemos que a Páscoa entrou em discussão no segundo século, quando o sistema da Semana Santa foi introduzido e começou a deslocar a Páscoa no que chegou a ser conhecido como a controvérsia Quartodecímana.

A Igreja começou a ser perseguida e assim ela chegou a existir em sua maior parte fora do Império Romano. Então, estava fora do alcance da igreja Ortodoxa até a conversão progressiva dos Arianos que durou até o século oitavo, e também do começo do Sacro Império Romano-Germânico em 590. As perseguições da fé duraram para o período do tempo que abarcou o poder e a regra do Sacro Império Romano-Germânico do ano 590 até o ano 1850.

O Adventismo americano e as Igrejas de Deus nos EUA, nos últimos dois séculos, aplicaram incorretamente as datas do Sacro Império Romano-Germânico e da profecia do tempo, tempos, e a metade de tempo, ou os 1.260 dias. Esta má interpretação era em grande parte pela ignorância da história européia e a auto-realização da profecia falsa. Este erro sério teve um efeito significativo sobre a profecia falsa do movimento do advento do ano de 1842-44. Isto, então, resultou em outra doutrina falsa chamada o Juízo Pré-Advento .

As Inquisições

Sabemos, da evidência das Inquisições, quais eram as doutrinas da Igreja nas várias etapas de sua distribuição.

Podemos dizer com certeza que a igreja foi denominada, pelo sistema Católico, por vários nomes em suas localizações diferentes para disfarçar a extensa e uniforme estrutura de suas doutrinas. No entanto, as organizações da Igreja de Deus tinham opiniões diferentes quanto a sua governação e sua ênfase (por exemplo, Presbiteriano e Episcopaliano nos Waldenses Ocidentais). Sabemos que isto foi chamado Cathar ou Cathari e daí Puritano, no inglês. Isto também foi chamado Búlgaro, Khazaro, Vallenses, Albigensiano, Waldensiano, Sabbatharier, Sabbatati, Insabbatati, Pasaginiano, entre outros. O termo Sabbatharier parece ser uma construção que significa Sabatistas Arianos.

Sabemos que a concordância de opiniões geralmente era entendida e se refletia na língua vernácula. Por exemplo, o termo pobre bugger, em inglês, é uma expressão comum para mostrar compaixão por uma pessoa desafortunada que sofre alguma prova ou tormento. Isto é com freqüência confuso para os americanos modernos e até os australianos, porque bugger e buggery têm significados específicos legais que se relacionam com a sodomia. O termo, no entanto, tem outro significado que mostra a aplicação aos eleitos durante as Inquisições. O Dicionário Universal de Oxford mantém que o termo é derivado no meio-inglês do francês bougre e o latino Bulgarus ou búlgaro, ou um herege (ou também um usurário). Foi utilizado em referência a hereges e especialmente os Albigenses . Isto foi seu primeiro significado. O segundo e pejorativo significado em relação com a sodomia era um termo posterior de 1555 e aparentemente para denegrir a seita quem tinha sido perseguida durante aproximadamente três séculos. O termo pauvre bougre ou pobre búlgaro como aplicado aos Albigensianos chegou a ser no inglês poor booger. O emprego como bogle ou boggle no inglês do norte ao redor de 1505 é de derivação incerta, mas chegou a ser associado com fantasmas e daí um nome quase-próprio para o diabo (daí, bogieman, etc.). Certamente o termo poor bugger teve sua origem nas Cruzadas Albigensianas. No entanto, alguém pode ser perdoado por perguntar que tinham que ver os búlgaros com os Albigensianos? A resposta é simples. As Igrejas de Deus, de seus ramos que se conhecem como a era de Pérgamo (Apocalipse 2:12 e seg.) chamados os Paulicianos, entraram na Europa dos traslaciones sob Constantino Capronymous e João Tsimiskes. Estas traslaciones em Thrace propagaram-se aos búlgaros, aos eslavos do sul, sobretudo na Bósnia e também na Hungria e Romênia. Eles se propagaram ao oeste e, desde o século quinze, conectaram com os remanescentes dos Sabbatati no oeste chamados Vallenses ou Waldensianos. Podemos dizer com certeza relativa quais eram suas doutrinas desde o século treze e com certeza absoluta quais eram os ramos do este, sobretudo na Hungria e Romênia, desde o século quinze ao dezenove.

As Cruzadas Albigensianas

Os grupos eram sem dúvida Sabatistas. O desejo da Igreja Católica Romana para disfarçar este fato conduziu a algumas afirmações extraordinárias quanto à derivação linguística do nome Sabbatati. No entanto, também sabemos que eles eram Unitarios. Eles são registrados como existentes antes do ano 934, quando Atto, o bispo de Vireulli, queixou-se deles como tinham feito outros antes dele.

Eles primeiro foram chamados Vallenses em 1179 na condenação deles por Raymond de Daventry. Os idosos, ou barbes (tios), Bernardo de Raymundo e Raymundo de Baimiac foram condenados como hereges por Raymundo de Daventry em 1179 diante do Concilio de Latrão, não por guardar o Sábado, mas por seu Unitarianismo. O tratado escrito contra eles em 1180 por Bernardo de Fontcaude, então, pôs o nome Vallenses no título que é Adversus Vallenses et Arianos. Eles eram assim subordinacionistas não-trinitários. Este trabalho de 1180 parece ter desaparecido neste século, mas o trabalho Liber Contra Vallenses escrito em 1190 por Bernardo de Fontcaude ainda existe. Os Vallenses daquele tempo parecem ser Unitarios e vistos como diferentes dos Arianos. Esta visão é correta e semelhante à que a Igreja de Deus insistiria. O Arianismo, que segundo os Católicos supostamente vê o Espírito Santo como uma criação do filho, é diferente do Unitarianismo bíblico. Ambos são vistos como o mesmo, ou um herege similar pelos Católicos, quem também poderiam ter inventado a doutrina da criação do Espírito pelo filho, como não há nenhum registro real deste ponto de vista nos textos atribuídos a Arius.

Os Albigensianos não eram simplesmente um ramo dos Vallenses. Os Albigensianos estavam em duas divisões, os Vallenses ou Waldensianos e os Cathari ou Puritanos locais. Os Cathari mantiveram opiniões bastante distintivas e heréticas do bem e do mal baseadas numa forma de Gnosticismo e Dualismo Maniqueísta. A distinção, entre outros, é feita por Ray Roennfeldt em sua tese ( An Historical Study of Christian Cosmic Dualism,Andrews University). A fé com freqüência foi atacada por esta tendência dualista. Onde a Igreja foi estabelecida, muitos supostos convertidos entre as ordens monásticas com freqüência desenvolveram visões estranhas. Os Bogomiles são um exemplo. Entre os Bogomiles e os Bósnios, um ascetismo monástico acompanhou um dualismo herético e tentou minar o corpo geral da fé. Erros também aparecem nos ramos mais temporões dos Paulicianos. Um erro foi ele dos Melquisedequianos que criaram outra ordem estruturada desenvolvida da visão Unitária. Melquisedeque, segundo eles, era o mediador angélico e Cristo o mediador humano, embaixo dele. Os escritos Católicos usam estes grupos contemporâneos heréticos e unem-nos à Igreja de então. Eles atribuem estas visões errôneas à Igreja, assim obscurecendo as doutrinas verdadeiras.

A cruzada Albigensiana inteira foi contra ambos elementos por Roma no século treze. Os Albigensianos tinham a proteção no sul de França sob Raymundo, Conde de Toulouse. Os Vallenses ou Sabbatati eram os maiores e mais repartidos, e espalhavam-se na Espanha. Podemos reconstruir as doutrinas dos Vallenses do ramo espanhol dos Sabbatati devido à perseguição intensa que eles sofreram.

A Inquisição Espanhola

A Inquisición espanhola foi dirigida em liberar o país dos supostos Cristãos judaizantes. Estes foram chamados Marranos (ou porcos). Dos termos da Inquisição e dos comentários, sabemos que eles não só guardaram no Sábado, mas que eles negaram a trindade, guardaram os Dias Santos que incluem a Expiação e também guardaram as leis da alimentação. O Édito da Fé (Apéndice A) mostra o meio pelo qual os hereges poderiam ser identificados. Os judeus e muçulmanos também foram captados nesta perseguição mas a perseguição não foi dirigida para eles, se não à Igreja de Deus, a que chamaram também Sabbatati, Insabbatati ou Insabathi.

Cecil Roth em seu trabalho The Spanish Inquisition (A Inquisição Espanhola), Robert Hale Ltd, Londres, 1937, publicou uma advertência no prefácio que a história se repete e o livro não se deve entender como uma sátira do que se passava na Europa de então. Os eruditos judeus tentaram desenvolver a Inquisição espanhola como uma forma de perseguição judaica. Quiçá, a pior destas distorsões, apesar de sua meticulosidade completa, é o trabalho recente por B. Netanyahu ( The Origins of the Spanish Inquisition in Fifteenth Century Spain (As Origens da Inquisição Espanhola na Espanha do Décimo Quinto Século), Random House, Nova York, 1995). Netanyahu tenta persuadir ao leitor que o objeto das Inquisições era a comunidade judaica quando isto é evidentemente falso e os eruditos publicamente atacaram sua posição. Os Rabinos da época indicaram, sem dúvida, que eles não eram judeus, mas Cristãos. Eles não eram judeus se disfarçando como Cristãos. Eles eram de fato a Igreja de Deus.

O número dos Tribunais do Santo Oficio na Espanha se contou em quinze, em seus dias. Eles existiram com os plenos complementos de oficiais e equipes em Barcelona, Córdoba, Cuenca, Granada, Llerena, Logroño, Madri, Múrcia, Santiago, Sevilla, Toledo, Valencia, Valladolid e Zaragoza. Outro para as Ilhas Baleares esteve situado em Palma de Mallorca.

As áreas mais horrorosas e ativas eram Madri, Sevilha e Toledo devido ao maior número de Cristãos-Novos (como Roth se refere a eles), com a atividade maior em Castilla a Velha e Andaluzia, e diminuíram após o primeiro arrebato frenético ao mínimo em Cataluña (Roth, ibid., Ca. The Unholy Office (O Escritório Impía), p. 73). Isto, finalmente, foi coordenado no final do século quinze sob a autoridade do concílio central O Conselho da Suprema e Geral Inquisição mencionava como A Suprema, que no princípio era limitado a Castilla. Com os quatro grandes Concilios do Estado sob Fernando e Isabela, ou seja, os Concilios do Estado, das Finanças, de Castilla e de Araão, o Concilio da Inquisição tomou seu lugar como um exercício não faltando do poder real (Roth, ibid., p. 74). Em 1647 foi mandado que todas as sentenças de todos os tribunais fossem submetidas ao seu controle. Isto parece ter sido ao final para frear a severidade indescritível das perseguições locais. A severidade surgiu de um erro básico do entendimento. Netanyahu refere ao erro ( As Origens da Inquisição Espanhola na Espanha do Décimo Quinto Século, p. 440-459) onde todos os erros da mente foram julgados como uma heresia contrariamente à declaração de Agostinho Posso Errar Mas Não Sou Herege (De Trinitate, c, 3, o n. 5-6). João de Torquemada, o Inquisitor, atacou os julgamentos Toledanos devido a sua irregularidade manifesta e o antisemitismo deliberado não-bíblico. Ele viu o assunto como sendo ao mesmo nível que o de Amã e Mardoqueu e os judeus (ibid., p. 449). Ele, então, enfrentava-se com o problema da natureza de Deus como visto pelos Vallenses. Os Toledanos tinham declarado, como era evidente em outra parte, como um assunto de conhecimento público ( fama publica) (e também em Valencia como nós veremos) que os hereges, praticam a circuncisão, negam a divindade verdadeira de Cristo, negam, ademais, a presença de seu corpo na Eucaristía, etc. (ibid., p. 444). Os Toledanos não tinham mostrado, segundo Torquemada, que aos convertidos não lhe podiam mostrar por sua própria confessão voluntária ou pelas declarações de testemunhas inocentes, ter dito alguma vez, após o ter recebido o batismo, que ele creu em qualquer coisa exceto o que é crido pela Igreja Madre mesma (ref. Netanyahu, p. 444). Torquemada identificou esta acusação, chamando-a falsa, mentirosa e malévola e demonstrou por si mesmo a nulidade do julgamento inteiro (ibid., p. 445). Por que isto deveria ser assim? Sabemos, sem sombra de dúvida, que os Vallenses praticaram o Unitarianismo durante séculos. A distinção punha-se na divindade subordinada de Cristo. Assim a divindade de Cristo não foi negada. Mas tinha algo mais em jogo aqui. Torquemada viu que os julgamentos Toledanos eram simplesmente anti-semíticos e que não tinha nenhuma base bíblica para este racismo. Ele, então, teve que denunciar este erro nos termos mais fortes possíveis. O problema também se punha no fato de que a suspeita e a interrogação se estenderam à quarta geração das conversões. Ele atacou esta premisa do ponto de vista das conversões dos outros elementos dos anti-Trinitários, do que ele descrevia como os erros Maniqueístas entre os Bósnios. Ele se enfrentava com o problema da conversão da família real dentro do Sacro Império Romano Germânico. Torquemada diz:

Em nosso próprio tempo foram convertidos do paganismo ao Cristianismo o rei ilustre de Polônia, o pai do rei presente, com um número grande de nobreza e uma multidão inúmera [Wladislaw II, anteriormente Jagiello, o Magnífico Duque da Lituania, converteu-se quando se fez rei em 1386. Ele era o pai de Casimiro IV que ascendeu ao trono em 1447]. Mais tarde, nos dias do Papa Eugenio IV, o rei da Bósnia, sua Rainha, e muitas outras nobrezas foram convertidos ao Cristianismo dos erros Maniqueístas [o rei Estevão Tomás foi convertido ao Catolicismo em 1445]. Ademais, quase diariamente muitos dos Maometanos estão convencidos [da verdade Cristã]. Isto seria um grande escândalo e um sacrilégio intolerável dizer que toda esta gente tem que ser suspeita, pelo menos até a quarta geração, da idolatria e dos erros que eles e seus pais tinham mantido em algum tempo ( Tractatus, p. 54-55; ref. Netanyahu, p. 452).

Torquemada tinha escrito uma extensão contra o Bogomilismo Bósnio ( Symbolum Pró Imformatione Manichaeorum, ed. N. López Martinez e V. Proano Gil, 1958, p. 23, n. 68 e Netanyahu, n. 119). Aqui nós vemos os efeitos da mistura do dualismo maniqueísta onde os Paulicianos tinham estabelecido a fé unitária. A Igreja foi esforçada neste tempo na Herzegovínia e ainda lá mais ao norte . O problema é óbvio, mas não a Netanyahu. Pelo século quinze os Vallenses foram tão empurrados para a clandestinidade que, aparentemente, pareciam totalmente exterminados pela perseguição. Os Toledanos, dentre outros, tinham-se feito tão excessivos e tirânicos que eles usavam a Inquisição para a exterminação semítica sistêmica. Isto minaria a posição das atividades da igreja na consolidação do império . Torquemada teve que limitar aqueles excessos para que alguma interação estável dentro do império pudesse ser efetuada, e a conversão pudesse ser vista como alguma vantagem por eles que foram apontados para a conversão. O racismo e a avareza da Inquisição colocavam esta zanahoria e, daí, a extensão em perigo. Torquemada era o suficientemente perspicaz para saber qual o julgamento da história seria. Ele, assim, teve que conter a Inquisição. No caso, a igreja se permitiu continuar para outros três séculos na contramão dos mesmos processos e das doutrinas cuja existência estavam sendo negadas, finalmente destruindo seu próprio poder (veja-se Decline and Fall of the Roman Church (A Decadência e a Queda da Igreja Romana) de Malachi Martin, Secker e Warburg, Londres, p. 254 e sig).

A Evidência dos Editos

No estabelecimento de um área de Inquisição, um procedimento de Éditos foi seguido. Depois que um Édito de Graça tinha sido publicado alentando os hereges a responder ao chamado e confessar, usualmente cobrindo alguns trinta ou quarenta dias (Roth, p. 75), a Inquisição depois purgaría a área. Este jogo encadeava um processo de incriminação. A fase seguinte era a publicação periódica de um Édito da Fé, que ajudou a identificar os tipos ou os indicadores das heresias, que tiveram que ser denunciadas. O sistema confessional, então, implementou esta maldade.

O Édito da Fé foi publicado em Valência, em 1519, por Andrés de Palácio, o Inquisitor de Valência, e foi publicado por Roth. Nota-se daquele Édito que tinha uma série geral de fatos e superstições postas numa lista que identificou os três grupos de pessoas. O primeiro eram os Cristãos que se aderiram às assim chamadas tendências judaizantes. O segundo grupo eram os próprios judeus e o terceiro grupo eram os muçulmanos. É óbvio do Édito que a heresia tinha penetrado a própria igreja, uma vez que as palavras faladas sobre a Eucaristia foram identificadas especificamente como um indicativo da heresia no Édito. Também a Cruz, ou o Sinal da Cruz, não foi usada pelos Sabbatati. De um exame do Édito parece que o grupo negou a imortalidade da alma e as doutrinas do Céu e do Inferno. Eles observavam o Sábado do pôr-do-sol da sexta-feira ao pôr-do-sol do sábado e não faziam nenhum trabalho durante esse período. Eles celebravam a festa dos Pães Ázimos e a Páscoa com ervas amargas. Eles jejuavam durante o dia da Expiação (Roth, p. 77 e sig).

A opinião geral e a observância dos judeus foram incluídas na lista como ilustrado no Édito para que os sistemas fossem mesclados juntos fazendo-se difícil de se identificar exatamente as distinções entre eles. Eles guardavam as leis da alimentação e também enterravam seus mortos segundo o costume judaico. Muito do Édito inclui superstições atribuídas às seitas. Eles negaram a Mariolatria e isto foi agrupado com a negação judaica do Messias.

A doutrina da transubstanciação foi negada do mesmo modo que a forma Católica da doutrina da onipresença, a qual era o Animismo Platônico (p. 78). Os sacerdotes pareceram ser implicados e foram identificados da consagração. Os Cristãos pareceram vestir-se como os judeus que se aderem às leis dirigentes dos vestuários (p. 79). Eles se juntavam em igrejas da casa e liam a Bíblia no vernáculo. As propriedades dos hereges foram confiscadas e isto sem dúvida ajudou o zelo dos Inquisitores.

Roth regista a abertura do Escritório em Lisboa antes que fosse convertida na casa da ópera. As contas de testemunhas oculares (impresso no Registro Anual de 1821) mostram para além da dúvida, que tinha restos humanos encontrados nas masmorras, que estavam em uso (de uma inscrição sobre uma parede de masmorra) ainda em 1809. Até foram encontradas vestimentas de monges incluídas com restos humanos e outros restos jogados nas fileiras das masmorras e também evidência de assassinatos antigos e recentes perpetrados ali (Roth, p. 84-85).

Intervalos de três a quatro anos entre a detenção e sentença eram comuns e num caso registrado, decorreram-se catorze anos. Arrastaram a mulheres grávidas à estaca e o abuso dos prisioneiros, ou quiçá a interação com eles, incitou ao Cardeal Ximenes em 1512 a ameaçar com a morte qualquer servidor público envolvido em intrigas com seus prisioneiros. O acusado levou o custo do encarceramento não importa quanto tempo. Num exemplo de gastos decurrentes do encarceramento de quatro anos de uma freira na Sicília, absolvida e liberada em 1703, ainda os pagava seus herdeiros em 1872 (Roth, p. 87). Normalmente, os bens eram confiscados no momento da detenção.

” Marranos” (Porcos) ou Cristãos-Novos não eram aceitos como testemunhas em nenhum procedimento. A retenção dos nomes das testemunhas foi introduzida no século treze ostensivamente para proteger o débil contra o acusado poderoso mas isto se fez a norma e ninguém poderia averiguar os nomes de seus acusadores. (Roth corretamente indica que até 1836 os criminosos acusados na Inglaterra não podiam ter conselho nem ver as cópias dos depoimoentoss feitos contra eles). Os tempos mesmos eram bárbaros e a Inquisição foi o pior do barbarismo.

As Inquisições européias começaram no sul da França, no século treze, e terminaram nos estados papais, em 1846. Entre 1823 e 1846, 200.000 pessoas, somente nos estados papais, foram condenadas à morte, à corrente perpétua, ao exílio ou às masmorras, com outros 1,5 milhões postos sob a vigilância (veja-se a Malachi Martin The Decline and Fall of the Roman Church , p. 254). Roth cita o desespero dos indivíduos do princípio do século treze no sul da França.

Escutem, meus senhores! Não sou herege: já que tenho uma esposa e cohabito com ela e tenho meninos; e como carne e minto e amaldiçoo e sou um Cristão fiel (Roth, p. 90).

Esta negação dos elementos do celibato e do ascetismo vegetariano era necessária porque os dualistas Maniqueístas conhecidos como Cathari ou Puritanos, que procuraram a purificação pelo ascetismo, eram uma seita herética que eventualmente atraíram a perseguição aos Vallenses ou Sabbatati. Os dualistas Maniqueístas eram diferentes dos Vallenses e esta é a distinção Cathar-Vallenses reconhecida, mas identificada incorretamente por Weber. As leis bíblicas eram guardadas continuamente pelos Sabbatati. Sua adoração estava em segredo e então é difícil de se identificar com precisão. No entanto, sabemos que eles guardaram o Sábado e o grau cheio de sua adoração é identificado dos ramos Sabbatati do leste.

Os Sabatistas Europeus Orientais

Sabemos com precisão quais eram as doutrinas das igrejas húngaras e da Transilvânia desde o século quinze ao dezenove. O registro foi conservado pelo Doutor Samuel Kohn, o Grande Rabino de Budapeste, Hungria em DIE SABBATHARIER EM SIEBENBURGEN Ihre Geschicte, Literatur, und Dogmatik, Budapeste, Verlag von Singer e Wolfer, 1894, Leipzig, Verlag von Franz Wagner. A estrutura inteira está listada no livro The Sabbatarians in Transylvania, por Samuel Kohn, tra. T. McElwain e B. Rook, editor W. Cox, Editorial CCG, EE.UU. 1998.

Sabemos por verdadeiro que este ramo dos Vallenses ou Sabbatati era Unitarista porque Frances David ou Davidis morreu na prisão em 1579. Kohn diz que eles restauraram o Cristianismo original e verdadeiro (Kohn, p. 8). A igreja Unitária formada de adoradores no domingo e no Sábado em 1579. O ramo Sabatista sob Eossi foi o mais fiel à verdade.

1. Eles praticavam o batismo adulto.

2. Eles guardavam os Sábados e os Dias Santos, incluindo a Páscoa, os Pães Ázimos, Pentecostes, o Dia de Expiação, os Tabernáculos e o Último Grande Dia e, mais importante, as Luas Novas. As trombetas não se encontram enumeradas separadamente no hinário e parecem ter sido celebradas com os hinos da Lua Nova.

3. Suas doutrinas abarcavam o Milênio físico de 1.000 anos, no princípio do qual Cristo voltará e juntará de novo a Judá e Israel.

4. Eles usavam o calendário de Deus (judaico) baseado nas Luas Novas.

5. Eles ensinavam duas resurreições, uma para a vida eterna na vinda de Cristo e outra no julgamento ao final do Milênio.

6. Eles ensinavam a salvação pela graça, mas que as leis ainda tinham que ser guardadas.

7. Eles sustentavam que Deus chama pessoas e que o mundo em geral é cego.

8. Sua doutrina de Cristo era absolutamente subordinacionista unitária.

Assim pode ser visto que a primitiva Igreja Sabatista era Unitária, guardando as leis do Antigo Testamento. O Sábado era simplesmente uma faceta de seu sistema de crenças, que indicava para a adoração do Único Deus Verdadeiro. Eles foram perseguidos no leste da Europa mais por seu Unitarianismo do que por sua observância do Sábado (Francis Davidis decidiu permanecer na prisão, onde ele morreu, em vez de comprometer a fé Unitária, ainda que Socinus, ele mesmo um Unitário, tentou persuadi-lo a modificar seu Unitarianismo rígido para lhe salvar sua vida). A eles lhes foram negados o status de igreja quando até aos judeus lhes foram concedidos aquele status. Eles eram privados do acesso às máquinas de impressão e assim fizeram seus sermões à mão no estilo de carta de corrente. A Inquisição foi impiedosa em sua supressão deste sistema e, no oeste, somente o guardar o Sábado era suficiente para os ter executados.

O crescimento do Unitarianismo

Com a Reforma, o Unitarianismo começou a crescer e não foi limitado inteiramente aos Sabatistas. Em outras palavras, não todos os Unitários eram membros verdadeiros das Igrejas de Deus assim como nem todos os Sabatistas eram membros verdadeiros.

O termo Unitarianismo é uma palavra inglesa que se deriva de unitarius em latino e foi usado pela primeira vez a respeito de uma religião legalizada em 1600 (A Enciclopedia de Religião e Ética (ERE), no artigo Unitarianismo, vol. 12, p. 519). É expressamente fundado no conceito da personalidade única da Deidade em contraste à doutrina ortodoxa de Sua natureza trina. O termo correspondente Trinitário foi usado pela primeira vez no sentido moderno por Servetus em 1546 (ibid.). O adjetivo Unitário às vezes foi empregado para além dos limites do Cristianismo (por exemplo, o Islão e o Judaísmo são também Unitarios em sua base).

O texto grego do Novo Testamento foi publicado por Erasmo (1516).

Sua omissão do verso famoso Trinitário, [1 João 5:7], e sua aversão ao tipo escolástico de discussões produziram um afeto marcado sobre muitas mentes ( ERE, ibid.).

A produção do Novo Testamento por Erasmo incitou às pessoas experientes no grego a começar a examinar as bases sobre as quais o Trinitarianismo ortodoxo tinha sido estabelecido. Mais importante, as pessoas na Europa eram livres por terem mais abertura e a Inquisição mais limitada. Os eruditos começaram a ver que a Bíblia não era Trinitária e em verdade apoiava o Unitarianismo. O primeiro passo em trabalhos impressos formais anti-Trinitários no Continente (a diferença dos ensinos das igrejas antes da Reforma e a imprensa de impressão) foi encontrada nos trabalhos de Martin Cellarius (1499-1564), pupilo de Reuchlin e o primeiro seguidor e amigo de Luther ( ERE, ibid., p. 519-520). Em seu trabalho de Operibus Dei, ele usa o termo deus a respeito de Cristo no mesmo sentido em que os Cristãos também poderiam ser chamados dei como ‘filhos do Altíssimo’ (ibid.). Este conceito é derivado diretamente de Irineu e dos primeiros discípulos dos apóstolos e dos próprios apóstolos. Isto causou um verdadeiro movimento e a comunidade acadêmica moderna preparou o debate após o trabalho de Servitus em 1531. Em Nápoles, um espanhol João Valdes começou um grupo religioso para o estudo das Escrituras até sua morte em 1541 ( ERE, ibid., p. 520). Note aqui o nome Valdes. Este homem parece ter sido um espanhol Waldensiano por seu nome e teologia. Em 1539 Melancthon advertiu o Senado Veneziano do Servetianismo plenamente estendido no Norte de Itália (ibid.). Deste grupo Bernardo Ochino (1487-1565) de Siena passou demoradamente pela Suiça até Londres e serviu como alguém da Igreja dos Forasteiros (1550-1553) até que foi rompida pela Rainha Maria em sua tentativa de restauração do Catolicismo. Ochino foi expulso à força de Zurich e emigrou para a Polônia unindo-se com os anti-Trinitários dali. Catalina Vogel, a esposa de um joalheiro, tinha sido queimada com a idade de 80 anos em 1539, na Cracovia, por crer na ‘existência de um Deus, criador de todo mundo visível e invisível, que não podia ser concebido pelo intelecto humano’ (ibid.). Este movimento é o trabalho na Europa durante as épocas que identificamos como a era Tiatirana. Um movimento anti-Trinitário se mostra também no segundo sínodo da Igreja reformada em 1556 e, em 1558, o Piemontês Jorge Blandrata se fez seu líder. Os Anabatistas holandeses eram também Unitários sob David Joris de Delft (1501-1556). Estes Unitários também às vezes foram chamados Protestantes. A ERE diz que:

Milhares de Protestantes da Alemanha, Alsácia e dos Países Baixos, emigraram para a Inglaterra no reinado de Enrique VIII, e a Igreja dos Forasteiros sob Edward VI continha também franceses, waloones, italianos e espanhóis ( ERE, ibid., p. 520).

Esta gente procurou refúgio na Inglaterra com a ajuda da Igreja Unitária dali. Esta era a Igreja verdadeira de Deus. A Inglaterra se tinha feito mais aberta à expressão pública a partir do século quinze pelas publicações de Richard Peacock, o bispo de Chichester. Os Lolardos e os Anabatistas divergiram neste tempo.

Em 28 de dezembro de 1548 um sacerdote chamado John Assheton abjurou diante de Cranmer as “heresias condenáveis” que “o Espírito Santo não é Deus, mas só um verdadeiro poder do Pai”, e que ‘Jesus Cristo, que foi concebido da virgen Maria, era um profeta santo…, mas não era o Deus verdadeiro e vivo’. Em abril seguinte uma comissão foi designada para localizar todos os Anabatistas, hereges ou desacatos da Reza Comum. Uns comerciantes de Londres foram trazidos diante deste corpo em maio ( ERE, ibid.).

Eles eram Unitaristas. Nem o Binitárianismo nem o Diteísmo estavam em evidência durante esta fase da Igreja e sobre suas perseguições. Não era uma doutrina. O cirurgião Jorge Vaz Parris de Mainz foi executado em 1551 por dizer que Deus o Pai era o único Deus e Cristo não era o verdadeiro Deus ( ERE, op. cit.). O movimento Unitário na Polônia, quando Blandrata alcançou ali em 1558, já tinha entrado no sínodo Protestante, mas foram excluídos sete anos mais tarde. Eles se recusaram ser chamados por nenhum outro nome que Cristão ( ERE, ibid.). Faustus Socinus (1539-1604), o sobrinho de Lelius Socinus (1525-1562) de Siena, que era amigo de Calvino e Melancthon, visitou a Inglaterra e viajou à Polônia. Ele visitou Blandrata na Transilvânia no ano de 1578 discutindo na contramão de Francis David que recusou todas formas de culto dirigido a Cristo. Ele se instalou na Polônia em 1579. Os Socinianos são assim chamados por causa dele. No entanto, eles o precedem ali muito tempo em ser parte da Igreja que entendemos como Waldensiana.

A Igreja Polaca Unitária foi perseguida até à extinção pela Igreja Católica (veja-se ERE, op. cit.). Socinus admitiu o uso do termo Deus a Cristo num sentido inferior. Em verdade, este sentido era aquele usado por Irineu.

Francis David (ou Davidis), das Igrejas húngaras na Transilvânia, foi encarcerado no castelo de Deva por se recusar qualquer oração ou culto a Cristo. Ele morreu ali em novembro de 1579. Sabemos da história bem documentada de seus sucessores, desde Eossi, que eles eram não só Unitaristas mas guardaram o Sábado, as Luas Novas e os Dias Santos. A Festa das Trombetas foi celebrada no hinário como uma Lua Nova e os hinos para a Lua Nova prevaleceram muito mais que hinos especiais para Trombetas como uma festa.

O nome Unitarius foi usado pela primeira vez como uma palavra por Melius e apareceu pela primeira vez num documento no decreto do Sínodo de Lecsfalva, em 1600. Foi formalmente adotado pela Igreja em 1638. As Igrejas húngaras foram perseguidas por dois séculos após isto e suas propriedades foram confiscadas. No princípio deste século seus descendentes tinham 140 igrejas entre os Szeklers da Transilvânia com uns alguns outros na Hungria. Seu livro de hino de 1865 não fez nenhuma provisão para a adoração de Cristo ( ERE, ibid.). O remanescente verdadeiro e fiel da Igreja, agora, são os Transcarpatianos que ainda são Sabatistas Unitaristas.

O crescimento do Unitarianismo na Inglaterra se derivou do desejo de restaurar a fé apostólica correta. Era óbvio a melhore-las mentes inglesas que o Novo Testamento não era Trinitário, mas Unitário e aqueles homens eminentes começaram a estabelecer os ensinos originais da Igreja. O começo quiçá foi de Richard Hooker (1553-1600) e John Hales (1584-1656). O confinamiento da definição dos mistérios da Divindade à Escritura sozinha fez-se uma questão central. Os trabalhos de William (Guillermo) Chillingworth (1602-1644) são centrais a esta questão. Chillingworth recebeu sua influência de Sir Falkland, um primeiro Unitário. Os trabalhos de Grotius não falam sobre a natureza trina (e segundo Stephen Nye em sua Brief History of the Unitárians also called Socinians (História Breve dos Unitaristas também chamados Socinianos), Londres, 1687) diz que ele interpretou seus trabalhos sobre linhas Unitárias ou segundo a mente dos Socinianos (ERE, p. 522).

Paul Best (1590-1657) foi convertido em sua viagem a Polônia. Milton foi influenciado também pelos Unitaristas Transilvanianos (veja-se Aereopagitica, Londres, 1644 – anotado de ERE , ibid.). As Convocações de Canterbury e York em junho de 1640 proibiram a importação de livros Unitaristas (Socinianos) e o Parlamento fez a negação da Trindade um crime capital em 1648. No entanto, John Biddle (1616-1662), com freqüência chamado o pai do Unitarianismo ingles, publicou A Twofold Scripture Catechism (Um Catecismo Dobrado da Escritura) em 1654. O Unitarianismo chegou a ser muito comum na Inglaterra no século dezessete. Tanto que o Professor Bronowski diz, na série de TV A Ascensão do Homem , que até a Revolução Industrial era um produto de pensadores Unitaristas. Apesar do encarceramento e exílio na Sicília (1654-1658), Biddle juntou seguidores. A morte de Biddle em 1662 e o Ato de Uniformidade deteve o movimento como uma organização de adoração. No entanto, as exigências da intenção literal das Escrituras conduziram a todos os grandes pensadores do dia a recusar o Trinitarianismo, Milton incluído. Thomas Firmin (1632-1697) um rico mercador promoveu a literatura de 1691-1705. O parlamento tentou suprimi-lo. No entanto, os grandes filósofos entraram em cena, tais como John Locke (1632-1704). Sir Isaac Newton também tinha seguido a Milton no Unitarianismo de um exame das Escrituras. Estes grandes pensadores foram seguidos por William Whiston (1672-1752) que sucedeu a Newton em Cambridge, como professor Lucasiano (matemáticas) em 1703 e foi privado de sua cadeira em 1710 devido a seu Unitarianismo. O tratado de Samuel Clarke (1675-1729) sobre A Doutrina na Escritura Sobre a Trindade foi também importante na exposição deste problema. A objeção à coeternidade do filho foi feita aqui pela primeira vez, introduzindo uma posição quase-Binitária. Quando a Academia de Manchester (depois Colégio Manchester de Oxford) abriu em 1786, seu primeiro e principal foi Thomas Barnes quem era Unitário.

O Colégio Presbiteriano em Carmarthen era o continuador de uma série de academias, a primeira das quais foi fundada por Samuel Jones, uma vez membro do Colégio de Jesus de Oxford e um dos 2.000 ministros expulsos em 1662 (ERE, p. 523).

Joseph Priestly (1733-1804) era outro Unitário. O amigo de Priestly, Theophilus Lindsey (1723-1808), o vigário de Catterick nas Tees, resignou sua posição após o falhanço de uma petição Parlamentar e ele abriu uma capela Unitária na Rua Essex, em Strand, em 1774. Esta foi a primeira capela pública em muitos anos – talvez desde a supressão da Igreja dos Forasteiros.

Eles usaram a liturgia anglicana adaptada à adoração do Pai unicamente. O encargo de Thomas Belsham (1750-1829), em 1789, a uma tutela teológica a um colégio em Hackney fez avançar a causa Unitária simplesmente em abrir as Escrituras ao estudo. Isto foi feito por The Unitárian Society For Promoting Christian Knowledge And The Practice Of Virtue By The Distribution Of Books (A Sociedade Unitária Para Promover o Conhecimento Cristão e a Prática da Virtude pela Distribuição de Livros). Lindsey, Priestly e Belsham eram seus líderes. A abrogação de 1813, pelos esforços de William Smith (1756-1835), Deputado de Norwich e o avô de Florence Nightingale, das cláusulas do Ato de Tolerância, que fez ilegal a profissão do Unitarianismo, ajudou o avanço do Unitarianismo. O Unitarianismo desta gente também negou a Doutrina da Alma (se veja ERE, p. 524). Thomas Southwood Smith (1788-1861) também impressionou seus ideais Unitaristas sobre Byron, Moore, Wordsworth e Crabbe.

Os pontos de vista de Smith já tinham encontrado expressão de um dos capelães mais antigos de Cromwell ( ERE, ibid.). As batalhas legais do século dezoito viram mudanças na posição legal dos fideicomissários da Igreja que também tiveram um impacto profundo sobre a maneira em que as igrejas Unitárias se organizaram.

O Unitarianismo moderno, tal como avançado por James Martineau (1805-1900) e a escola moderna, ataca a função Mesisiânica de Jesus Cristo e não é completamente baseado na Escritura, mas também na interpretação da Escritura pela razão. Sua exposição da reconstrução de Tübingen sobre as origens do Cristianismo publicada na Revisão de Westminster e citada na ERE (p. 525) é importante como é sua vindicação filosófica da comunhão do espírito humano com o Divino. O Unitarianismo radical mal tenta negar a existência pré-encarnada de Cristo.

John James Tayler (1797-1869) produziu a primeira discussão formal da questão Joanina na Inglaterra em sua Attempt To Ascertain The Character Of The Fourth Gospel (Tentativa de Averiguar o Caráter do Quarto Evangelho) (Londres, 1867). Uma longa série de eruditos tinha suplicado para a revisão do texto e do Novo Testamento, e George Vance Smith foi convidado a unir-se com os Revisores da Bíblia (1870). O erudito Unitário James Drummond (1835-1918) era um teólogo culto que produziu trabalhos significativos sobre The Jewish Messiah (o Messias Judeu) (1877), Philo Judaeus (1888) e Inquiry Into The Character And Authorship Of The Fourth Gospel (A Investigação do Autor e Caráter do Quarto Evangelho) (1903). John Relly Beard (1800-1876) ensinou o caminho aos dicionários modernos da Bíblia com sua People’s Dictionary Of The Bible (Dicionário Bíblico das Pessoas). Outros Unitaristas importantes eram Edgar Taylor, Samuel Sharpe, H. A. Bright, William Rathbone Greg, Francis William Newman, Frances Power Cobbe, Ralph Waldo Emerson, Theodore Parker e Max Müller. A ERE também dá informação sobre as igrejas e sua distribuição. Alguns dos maiores pensadores de tempos modernos, quando examinando a Bíblia para sua intenção sem a Teologia grega das escolas Alexandrianas e Capadocianas, abraçaram ao Unitarianismo como o sistema original da Bíblia.

O Movimento dos Batistas do Sétimo Dia

Os Sabatistas Unitaristas chegaram a ser visíveis na Inglaterra no século dezessete, ainda que alguns vissem a continuidade histórica de tempos muitos mais remotos. A Teologia bíblicista era fundada do movimento Traskite conduzido por John Traske ao redor de 1616, em Londres. Hamlet Jackson levou o Sábado ao grupo por estudo bíblico. A interpretação literal da Escritura conduziu a este grupo Puritano, também, às leis Levíticas da alimentação. Pensa-se que seus seguidores formaram o núcleo para a Igreja Sabatista Batista de Mill Yard, enquanto outros veriam suas origens em movimentos mais primevos. A igreja se fez proeminente em 1661 devido a pregação a respeito da Quinta Monarquia de John James, quem foi executado por traição. A igreja tinha sido influenciada não só pela sinagoga judaica em Amsterdam, mas pelo movimento popular messiânico de Sabbetai Zwi. A igreja, como muitas Batistas gerais da época, era absolutamente Unitária como mostrado por tais escritores como Edward Elwall em princípio dos anos 1700. O calendário bíblico e a celebração da Páscoa em 14 de Nisan seguem hoje, ainda que com a morte do Pastor Albourne Peat, o depoimento Unitário começou a se desvanecer (desde 1992).

Ainda que careça a evidência histórica, é provável que muitas, senão todas as outras antigas Igrejas Batistas do Sétimo Dia na Inglaterra, eram Unitárias também. A primeira exceção clara era a igreja da Sala Pinner fundada por Francis Bampfield, em 1676. Esta igreja era de perspectiva Calvinista e, ainda que Bampfield não exatamente fosse Trinitário em suas opiniões, claramente também não era Unitário. A mistura dos Batistas Particulares e Gerais tem anuviado a questão das origens Unitaristas dos Batistas Sabatistas. Os Trinitários têm estado mais diligentes em produzir declarações de crença, para que os documentos não reflitam a tenacidade da posição Unitária. Os Unitaristas costumam, quietamente, ignorar declarações de crença. Em verdade, Mill Yard hoje em dia só aceita os dez mandamentos com a adição de uns textos do Novo Testamento que apoiam [ Seventh Day Baptists in Europe and America (Os Batistas do Sétimo Dia na Europa e América), vol. 1, American Sabbath Tract Society, Plainfield, New Jersey, 1910, p. 25-113).

Este é o erro principal ou fundamental da fé dos Batistas do Sétimo Dia. Em falhar ao produzir declarações detalhadas de sua crença, eles não podiam publicar declarações suficientemente claras. Assim, declarações detalhadas completas não eram possíveis. Eles não conseguiram aproveitar ao máximo sua liberdade religiosa e desenvolver um ensino de doutrina sã da natureza de Deus.

Unitarianismo e a Observância do Sábado

O Unitarianismo primitivo tinha sido, quase sem exceção, acompanhado pela observância do Sábado, pois que ambos saíram do literalismo bíblico. O Trinitarianismo nunca foi acompanhado pela observância do Sábado até a Reforma. Após a Reforma, fez-se que alguns Sabatistas eram Trinitários e que alguns Unitaristas guardavam o domingo, ainda que não pelo geral. O Unitarianismo moderno que guarda o domingo é tão aberrante como qualquer outro sistema dominical.

Na Ásia

A experiência do Sábado na Ásia era predominantemente não-Trinitária antes que os jesuitas começassem seu trabalho missionário. Os Nestorianos e os missionários africanos seguiram a primitiva igreja da Persia, Índia e, depois, da China. Os Unitaristas Sabatistas representavam uma ameaça séria ao Budismo e foi proibido pelo Budismo. As igrejas Sabatistas na Ásia eram também, no geral, não-Trinitárias. Eles guardaram as leis da alimentação e também negaram a confissão e o purgatorio. As divisões destas igrejas seguiram, em sua maioria, os Concílios de Constantinopla e Calcedônia.

Os chineses, há muito, tinham experimentado o sistema Cristão e, como em outra parte, o Sábado era um sinal de literalismo bíblico. Em 781 estava já bem estabelecido. A observância do Sábado estava bem viva na China na subida da Rebelião de Taiping, de 1850 (ibid.).

A Experiência nos EUA

As Igrejas de Deus Sabatistas nos EUA são bem documentadas e não serão tratadas aqui. As Igrejas de Deus nasceram do sistema da igreja inglesa, com a influência européia.

O Adventismo do Sétimo Dia

O movimento dos Adventistas do Sétimo Dia era predominantemente e oficialmente Unitário até 1931 com a morte de Uriah Smith. Mas a adoção oficial levou tempo na vinda e derivou-se do ministério. Os pensadores Adventistas Unitaristas eram James White, R. F. Cottrell Sr. e Jr., D. T. Bordeau até sua resignação, D. M. Canright, J. N. Andrews, Loughborough, John Matteson, A. C. Bordeau, A. T. Jones, W. W. Prescott e Uriah Smith.

Outros movimentos Adventistas eram:

1. Adventistas Evangélicos; e

2. Adventistas Cristãos.

Todos entenderam mal a natureza da ressurreição e do juízo. Estes dois eram Milenialistas literalistas seguindo os textos bíblicos, enquanto os ASD seguiam o Milenialismo celeste.

O Adventismo era oficialmente, em geral, Unitário bíblico até 1931 quando a influência de Uriah Smith cessou e os Trinitários, há muito existentes dentro disso, começaram a agarrar o controle. Uriah Smith foi chamado um Ariano por seus sucessores.

Ellen G. White, segundo se diz, esteve entre os primeiros a introduzir conceitos Trinitários ao Adventismo do Sétimo Dia em Desire of Ages (O Desejado de Todas as Nações) (1898, p. 530), aparentemente inédito, e contra a crença expressa da igreja (segundo M. L. Andreasen, The Spirit of Prophecy (O Espírito de Profecia), sermão de 30 de novembro de 1948). Havia outras escolas de pensamentos Adventistas.

M. L. Andreasen (ibid.) diz que eles o suspeitaram ser um erro editorial, mas ele viajou para a falar e confirmou que isto era assim. Isto não foi produzido por ele até 1948. Em vista das opiniões e das doutrinas dos anciãos da igreja até 1931, este texto foi suspeitado de ser uma falsificação editorial. A Conexão Cristã, da qual James White veio, era Unitária. Eles eventualmente se uniram com outros para formar a Igreja Unida de Cristo. As doutrinas eram mais bíblicas que aquelas do que chegou a ser a Igreja Universalista Unitária. Aquela igreja não leva nenhuma relação verdadeira com as doutrinas Unitárias subordinacionistas das igrejas Sabatistas.

A Igreja Adventista era Unitária, ou como os Adventistas dizem agora, Ariana, até 1931. No entanto, o Arianismo como é definido pelos Trinitários, proclama o Espírito como uma criação do filho. Esta doutrina bem pode ser uma invenção dos Trinitários primitivos porque o que temos dos comentários de Arius não leva nenhum registro desta doutrina. No entanto, como é definido pelo Trinitarianismo, o Arianismo não é Unitarianismo bíblico e não é a doutrina sustentada por Smith ou por nenhuma das eras da igreja incluindo a Igreja de Deus (do Sétimo Dia) ou pelas igrejas subseqüentes.

É importante notar que a denominação Adventista do Sétimo Dia não se fez Trinitária oficialmente até após a publicação de Questions on Doctrine (Perguntas Sobre a Doutrina) em 1958. Andreasen escreveu uma série de cartas em protesto desta adoção final. Assim, houve um período de transição entre 1931 e 1958. A Declaração de Crenças dos Adventistas Franceses ainda era Unitária em 1938, segundo uma cópia do Manual da Igreja daquele ano de posse de Doutor Thomas McElwain que estudou no seminário Adventista da França desde 1968 até 1973. Ele observou, em comentários neste trabalho, que o seminário era Trinitário, mas as congregações naquele tempo eram ainda Unitárias.

O movimento Adventista dos anos iniciais de 1800 (1842-1844) viu Trinitários em bastantes números entrando para o sistema Sabatista. Alguns nunca abandonaram realmente o modelo Trinitário e isto se comprovou fatal ao primevo sistema puro Adventista após Smith em 1931, quando os Trinitários no Adventismo ganharam o controle, principalmente pelas aspirações do ministério. O desejo de interessar ao Protestantismo americano era um fator contribuinte ao problema. Levou também ao Binitárianismo nas Igrejas de Deus no século vinte e assim aos erros múltiplos e divisões nos sistemas presentes.

Igreja de Deus (Sétimo Dia)

A Igreja de Deus (Sétimo Dia) era um sistema bíblico Unitário Sabatista que, no geral, não guardou os Dias Santos, mas os conheceu e cumpriu-os em algumas áreas (por ex. no Chile).

Agora o derruba os Trinitários entre seu ministério e provavelmente sucumbirá, ainda que o poder de votar de seus membros, a diferentemente do ministério, possa salvá-lo da capitulação rápida vista na Igreja Universal de Deus (WCG). Em 1997, a Igreja de Deus (Sétimo Dia) anunciou que era Binitária.

Igreja Universal de Deus ( anteriormente Igreja de Deus da Rádio)

Herbert Armstrong começou escrever para a Igreja de Deus (Sétimo Dia) a revista Bible Advocate (Advogado da Bíblia) desde 1927. Ele começou seu trabalho ministerial em princípios dos anos 1930, mas estava ainda no rol da Igreja de Deus (Sétimo Dia) até aproximadamente 1940. Isto era após a declaração do Trinitarianismo no movimento Adventista, mas não há correlação.

A Teologia da Igreja Universal de Deus era Diteísta e semelhante, mas não como a mesma, a heresia de Marathonius após a deposição e a morte de Macedonius após o Concílio de Constantinopla, em 381 EC. Diferiu quanto à natureza do Espírito Santo, mas ainda creu em dois Deuses. Era pobremente definida e tinha muitos Unitaristas nas fileiras da Igreja Universal de Deus simplesmente devido à ambigüidade do curso por correspondência da Bíblia, que tirou a estrutura de Deus do singular Eloah.

Com o rompimento da Igreja Universal de Deus há uma série de grupos de igrejas com doutrinas mal definidas sobre a Divindade e na maioria das outras áreas. Muitos são tecnicamente Diteístas crendo em dois Deuses ab orgine. Uns declararam uma estrutura Binitária, mas com uma exposição teológica muito pobre. Todos os grupos guardam os Dias Santos. Pelo menos dois grupos guardam as Luas Novas.

Igrejas de Deus Cristã

As Igrejas Cristãs de Deus são uma igreja Sabatista que guarda todos os aspectos dos primitivos sistemas de igreja, incluindo a Divindade bíblica Unitária. Têm ramos no estrangeiro sob nomes traduzidos do nome inglês.

Testemunhas de Jeová

As testemunhas de Jeová são uma Igreja Unitária que não guarda nem entende o Sábado, as Luas Novas ou as Festas. Portanto, eles carecem dos sinais críticos dos eleitos mencionados neste artigo.

Conclusão

O Sábado é um sinal da Igreja de Deus. Não é o sinal. O sinal primário é a Divindade, isto é, a estrutura bíblica Unitária. O batismo é o segundo sinal e o recebimento do Espírito Santo é o selo interior. Os sinais externos são o Sábado e a Ceia do Senhor / a Páscoa, que é o sinal das leis de Deus. Isto é seguido pelas Luas Novas e Dias Santos. Os Sábados são negados à humanidade devido à idolatria.

Ezequiel 20:16-20 16 Porque rejeitaram os meus juízos, e não andaram nos meus estatutos, e profanaram os meus sábados; porque o seu coração andava após os seus ídolos. 17 Não obstante o meu olho lhes perdoou, e eu não os destruí nem os consumi no deserto. 18 Mas disse eu a seus filhos no deserto: Não andeis nos estatutos de vossos pais, nem guardeis os seus juízos, nem vos contamineis com os seus ídolos. 19 Eu sou o SENHOR vosso Deus; andai nos meus estatutos, e guardai os meus juízos, e executai-os. 20 E santificai os meus sábados, e servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR vosso Deus. (Almeida Corrigida e Fiel, 1994)

A contaminação dos Sábados deriva-se da idolatria. Os Sábados incluem todos os dias apartados por Deus para a adoração, segundo Seu Calendário baseado na observância correta das Luas Novas. Deus castiga à nação por falhar honrá-lo e guardar Suas leis.

Ezequiel 20:21-24 21 Mas também os filhos se rebelaram contra mim, e não andaram nos meus estatutos, nem guardaram os meus juízos para os fazer, os quais, cumprindo-os, o homem viverá por eles; eles profanaram os meus sábados; por isso eu disse que derramaria sobre eles o meu furor, para cumprir contra eles a minha ira no deserto. 22 Mas contive a minha mão, e o fiz por amor do meu nome, para que não fosse profanado perante os olhos dos gentios, à vista dos quais os fiz sair. 23 Também levantei a minha mão para eles no deserto, para os espalhar entre os gentios, e os derramar pelas terras, 24 Porque não executaram os meus juízos, e rejeitaram os meus estatutos, e profanaram os meus sábados, e os seus olhos iam após os ídolos de seus pais. (Almeida Corrigida e Fiel, 1994)

Os Sábados são inseparáveis do primeiro mandamento e da lei. A nação é castigada por falhar em guardar todos os aspectos das leis de Deus. Os eleitos guardaram a fé numa maneira constante até os séculos dezenove e vinte quando a posição central da adoração do Único Deus Verdadeiro, e o entendimento da Divindade, foram impugnados pelo Protestantismo.

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