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Quem é Jesus? Desceu literalmente do céu?

 

Desceu Jesus do céu?

Desceu Jesus realmente e literalmente do céu?

DESCEU JESUS LITERALMENTE DO CÉU?

 Antes de começar existe algo que devemos deixar absolutamente claro. O Senhor Jesus Cristo é o Filho de Deus. É o ser mais importante de todo o universo, tirando Deus. O propósito deste artigo é honrar o Senhor Jesus como deve ser honrado. Infelizmente, o ensino da Bíblia acerca do Senhor Jesus é freqüentemente mal entendido. Num bem intencionado embora que errado intento de honrar Jesus, muitas igrejas ensinam acerca dele coisas que não são bíblicas. Este artigo tem a intenção de corrigir essas idéias errôneas. Isto não emana de um desejo de criticar as idéias do outros, mas simplesmente de mostrar o que a Bíblia realmente ensina acerca do Senhor Jesus, o Filho de Deus. Unicamente quando entendermos isto, poderemos dar ao Senhor a glória que merece.

 “Porque eu desci do céu…”

 O título deste artigo é uma pergunta: Desceu Jesus literalmente do céu? O capítulo 6, v. 38 do evangelho de João aparentemente responde a esta pergunta. Jesus disse: “Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou”. Não devemos apressadamente chegar a uma conclusão. O tema não é tão simples como parece à primeira vista. È preciso cavar mais fundo!!

 A maior dificuldade que existe na interpretação é que há dois tipos de linguagem: A LITERAL E A FIGURADA. Jesus utiliza ambos os tipos de linguagem no capítulo que estamos a considerar. No versículo 64 Jesus diz: “Mas há alguns de vós que não crêem”. Isto é linguagem literal. Significa exatamente o que diz. Nem sequer uma criança poderia deixar de entender o seu significado. Mas muitas outras passagens não são assim. Por exemplo, os versículos 53 e 54 do mesmo capítulo: “Jesus pois lhes disse: Na verdade, na verdade vos digo que, se não comerdes a carne do Filho do homem, e {não} beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia”. Isto é linguagem figurada. Não significa o que parece estar dizendo; em vez disso, as suas palavras têm um significado muito mais profundo. Há que se considerar as palavras cuidadosamente para descobrir o seu verdadeiro significado. Em conseqüência, se não formos cuidadosos podemos facilmente interpretar mal estas palavras.

Os judeus incrédulos interpretaram mal este e muitos outros ditos similares de Jesus. Eles disseram: “Disputavam pois os judeus entre si, dizendo: Como nos pode dar este a sua carne a comer?” (v.52). Talvez pensaram que ele estava a pregar o canibalismo! Conforme o que pensavam, a verdade é que estavam muito enganados.

 Voltando então à questão original — DESCI DO CÉU – Esta Linguagem é literal ou figurada? 

Existe uma boa razão para considerar que é figurada. No versículo 31 do mesmo capítulo existe uma menção ao que o Antigo Testamento chama de “maná”. Isto era uma espécie de pão produzido por Deus para que o seu povo se alimentasse durante a viagem pelo deserto. O versículo 31 diz: “Deu-lhes a comer pão do céu”. Isto é obviamente linguagem figurada. O pão milagroso não era cozinhado no céu e distribuído na terra. A declaração de que o pão veio do céu diz-nos que o Deus do céu criou-o na terra. Enfatiza sua origem Divina.

 Mais linguagem figurada. 

A Bíblia usa linguagem figurada não só acerca de coisas mas também de pessoas. A Bíblia diz assim: “Houve um homem enviado de Deus, cujo nome {era} João. [João 1: 6]. No entanto, João nunca esteve no céu. “Enviado de Deus” significa simplesmente que Deus escolheu-o para uma tarefa especial. 

Mas esta explicação não só se pode aplicar a versículos que mencionam Jesus “descendo” do céu. Existem outras passagens que aparentemente sugerem de uma ou de outra forma que Jesus em certa altura viveu no céu. Esta é uma de tais passagens: “E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse”. [João 17: 5]. Como devemos considerar versículos como este? São literais ou figurados? Vivia Jesus realmente com Deus antes que o mundo fosse criado? Ou têm estas palavras um significado mais profundo? O propósito deste artigo é deixar que a Bíblia fale por si mesma e nos traga a resposta a estas perguntas.

 Três pontos de vista sobre Jesus

 Aqueles que não acreditam na Bíblia, em geral dizem que Jesus era simplesmente um homem comum. Essas pessoas estão erradas. Ele era O Filho de Deus, não precisamos perder tempo ao considerar este ponto de vista. Mas vamos considerar os três pontos de vista acerca de Jesus aos quais aderem à cristandade que diz acreditar na Bíblia.

 O primeiro ponto de vista é o mais comum. Sustenta que Jesus é Deus todo-poderoso em forma humana. Os que acreditam nisto referem-se a Jesus como a segunda pessoa da Trindade; É difícil entender o que querem exatamente dizer com essa frase [DEUS EM FORMA HUMANA]. De acordo com este ponto de vista, Jesus viveu no céu desde toda a eternidade antes de sua encarnação na terra. 

O segundo ponto de vista é ensinado por uma denominação chamada “Testemunhas de Jeová” e por alguns outros pequenos grupos. Sustentam que Jesus não é Deus mas sim um poderoso anjo que Deus criou faz muito tempo. Também acreditam que Jesus viveu no céu antes do seu nascimento na terra.

 Os que acreditam num destes pontos de vista tomam literalmente os versículos que falam de Jesus descendo do céu. 

O terceiro ponto de vista é o que nós sustentamos neste artigo. De acordo com este ponto de vista, Jesus não viveu no céu antes do seu nascimento e os versículos que se referem à sua origem celestial deve se entender de forma figurada. Este é o ponto de vista que será explicado neste artigo. Se isto lhe parece surpreendente, tenha paciência e continue a ler. Existe uma grande quantidade de evidência bíblica para manter este ponto de vista. 

Jesus foi um homem de verdade.

 Jesus não foi um homem normal e pecador. Não devemos cometer o erro de pensar isso. Ele foi um homem único. Era Filho de Deus. No entanto, num sentido sem ambigüidades, ele era um homem e não Deus todo-poderoso. Isto não significa que ele deixou de ser homem assim que subiu em forma corpórea ao céu. A Bíblia ensina-nos a considerar Jesus como homem, mesmo na atualidade (1Timóteo 2: 5). Muito tempo depois de Jesus ter ressuscitado e ascendido ao céu, o Novo Testamento fazia declarações como a seguinte: “Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça, {que é} dum só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos. E não foi assim o dom como {a ofensa}, por um só que pecou. Porque o juízo veio de uma só {ofensa}, na verdade, para condenação, mas o dom gratuito veio de muitas ofensas para justificação. Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só -Jesus Cristo. Pois assim como por uma só ofensa {veio o juízo} sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça {veio a graça} sobre todos os homens para justificação de vida. Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um [homem] muitos serão feitos justos”. [Romanos 5: 15-19]. “Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem”. (1Timóteo 2: 5]. 

Jesus realmente é um homem. Esse é o inequívoco ensinamento do Novo testamento. Consideremos agora esse ensino com as palavras de um bispo católico inglês, numa passagem que descreve o ponto de vista da maioria dos “cristãos” sobre Jesus: “Jesus não foi um homem que nasceu e cresceu, ele era Deus e por um tempo limitado participou de uma farsa. Tinha a aparência de homem mas no fundo era Deus disfarçado — uma espécie de Pai Noel”. Muitas pessoas da cristandade consideraram ofensiva a referência a Pai Noel. Mas, tirando isso, estão de acordo em que essa declaração do bispo representa cabalmente o ensino atual. Se Jesus era realmente Deus, ou um anjo poderoso que vivia no céu, então ele nunca foi um homem de verdade mas uma pessoa celestial disfarçada com carne humana. Inevitável conclusão!! Mas o Novo Testamento não está de acordo com essas opiniões. O Novo Testamento descreve Jesus como homem. Esta é a primeira razão para considerar que o ponto de vista comum sobre Jesus está errado.

 O nascimento de Jesus

 O Nascimento do Senhor Jesus Cristo foi o resultado de um portentoso milagre. A sua mãe era uma jovem mulher solteira de excelente caráter. Era virgem. As coisas aconteceram assim: “…O anjo lhe disse: Maria, não temas; porque achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem chamarás pelo nome de Jesus… Então, disse Maria ao anjo: Como será isto, pois não tenho relação com homem algum? Respondeu-lhe o anjo: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus”. (Lucas 1:30-35).

 Examinemos estas palavras em detalhes. Há muito que aprender delas. O menino seria filho de Maria. O anjo não disse que ela ia reproduzir um corpo de carne para que um ser celestial habitasse nele. O anjo disse: “…conceberás e darás à luz um filho…”. Estas palavras evidentemente deviam ser tomadas literalmente. Descrevem o início de uma nova vida humana — não a vinda de um ser celestial à terra, para habitar num corpo de carne. Além disso, se Jesus tivesse sido uma pessoa celestial, milhões de anos mais velho que Maria, poderia ter sido realmente seu filho? E no entanto, Jesus era filho de Maria, e não uma espécie de filho adotivo extraordinário. Todos os evangelhos referem-se à Maria como mãe de Jesus, e nunca como sua mãe adotiva.

 Por outra parte, ainda que José, que mais tarde foi marido da mãe de Jesus, é às vezes chamado de seu pai, os verdadeiros fatos não ficam em dúvida. Lucas refere-se a Jesus assim: “Era, como se cuidava, filho de José”. [Lucas 3: 23]. Jesus era verdadeiramente filho de Maria, não uma pessoa celestial fingindo ser filho de Maria. Como todos os filhos, ele se parecia com a sua mãe de muitas formas. Isso era o que fazia de Jesus um homem real. Os homens reais não vivem no céu antes de nascer, e este homem, Jesus, não viveu no céu também. A sua concepção foi o início da sua existência como pessoa. A natureza humana é débil, e está cheia de tentações. Jesus herdou de sua mãe a debilidade da natureza humana. 

Mas isso é só parte da história. O anjo estabeleceu muito claramente que o filho de Maria era também Filho de Deus: “Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus”. [Lucas 1: 35]. Jesus herdou também muitos traços do Pai. Deus era seu Pai e Dele, Jesus herdou o desejo de fazer sempre o bem. Isto foi o que lhe ajudou a vencer a debilidade de sua natureza humana — para lutar contra a tentação e vencê-la. 

A infância de Jesus. 

Nas Escrituras encontramos muito pouco acerca da infância de Jesus. Mas o que encontramos é muito importante. Lucas descreve a forma em que Jesus cresceu nos seguintes termos: “E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens”. [Lucas 2: 52]. Aqueles que crêem que Jesus era realmente Deus ficam um pouco perplexos com este versículo. Como pode Deus crescer em sabedoria e graça ante si mesmo? A idéia é completamente absurda! É obvio que Lucas não cria que Jesus era Deus que estava a habitar de forma temporal em um corpo de um menino.

 E em relação à outra idéia — que Jesus era um poderoso anjo celestial que residia no corpo de um menino em crescimento, esta idéia não é melhor que a anterior. Esse anjo, sem lugar para dúvidas, tinha sido perfeito muito antes de viver na terra. Um anjo num corpo de um moço não podia “crescer em sabedoria… e em graça diante de Deus”. Este versículo descreve o crescimento de um verdadeiro menino. O seu corpo desenvolveu-se. A sua provisão de sabedoria incrementou-se gradualmente. E o seu caráter amadureceu de tal forma que o seu Pai agradava-se cada vez mais com ele cada dia que passava.

 A sua vitória sobre a tentação

 A Bíblia descreve como o Senhor Jesus lutou uma tremenda batalha contra as tentações humanas. Lutou contra a tentação todos os dias, e sempre saiu vencedor. Todos sabemos o que é a tentação. Se Jesus era um homem verdadeiro, podemos entender o tipo de luta que ele suportou. Mas se ele era um ser celestial, usando um corpo humano, então não teria havido qualquer luta — tudo teria sido um engano. É impossível que Deus, ou um anjo, sejam tentados como nós. A Bíblia diz que “Deus não pode ser tentado pelo mal” [Tiago 1: 13]. No entanto acerca de Jesus a Bíblia nos diz: “…temos sumo sacerdote que… foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado”. [Hebreus 4: 15].

 Em certa ocasião, quando Jesus estava a lutar contra a tentação, ele disse: “Não se faça a minha vontade, e sim a tua”. [Lucas 22: 42]. Evidentemente Jesus tinha uma vontade própria que tinha que ser dominada para que a vontade de Deus fosse feita. Se ele era um homem verdadeiro podemos entender esse versículo. Mas o versículo não tem qualquer sentido se Jesus na realidade era Deus, ou um anjo em forma humana. 

Como Jesus alcançou a perfeição? 

Jesus nunca foi imperfeito no primeiro sentido da frase. Não havia nada de mal nele. Ele nunca pecou, nem sequer uma vez. No entanto, o seu caráter tinha que se desenvolver gradualmente, como uma casa em construção, até que estivesse completo. Neste sentido, ele tinha que chegar a ser perfeito, como o demonstram as seguintes passagens bíblicas: “Embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna”. [Hebreus 5: 8, 9]. “Porque convinha que aquele, por cuja causa e por quem todas as coisas existem, conduzindo muitos filhos à glória, aperfeiçoasse, por meio de sofrimentos, o Autor da salvação deles”. [Hebreus 2: 10].

 Novamente é evidente que existe algo de errado com a idéia popular de que Jesus era um ser celestial vestido com um corpo humano. Podemos imaginar esse ser aprendendo a obediência através do que sofreu? Podemos conceber a idéia de um ser assim alcançando a perfeição através do sofrimento? Claro que não. Temos na Bíblia a descrição de um homem verdadeiro adquirindo um caráter perfeito, passo a passo. Se Jesus fosse Deus, ou mesmo um poderoso anjo, seria perfeito muito antes de vir ao mundo. Mas as coisas não foram assim. A Bíblia diz enfaticamente que Jesus só alcançou a perfeição através dos seus sofrimentos na terra.

 A sua morte na cruz. 

A morte do Senhor Jesus apresenta um problema adicional para aqueles que mantêm os pontos de vista mais comuns acerca da sua natureza. Deus não pode morrer, diz a Bíblia (Daniel 12: 7; 1Timóteo 6: 16). O mesmo é certo a respeito dos anjos (Mateus 22: 30). Todos sabemos, no entanto, que Jesus morreu na Cruz. Há quem considere ter a resposta para este problema. Dizem que só o seu corpo morreu. O ser espiritual interior continuou a viver. Mas esta explicação não serve. A Bíblia diz que não foi só o corpo de Cristo que morreu, “…derramou a sua alma na morte” [Isaías 53: 12]. “Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras”. [1Coríntios 15: 3]. 

E mais ainda, a Bíblia mostra que Jesus temia a morte tanto como nós. A morte era uma pavorosa experiência para ele, assim como para nós. “Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade”. [Hebreus 5: 7]. Isto é também forte evidência de que Jesus não era nem Deus nem tampouco um anjo em forma humana. Poderia tal ser ter sofrido grande ansiedade ante a perspectiva de perder o seu corpo humano temporário? Sem dúvida alguma que só um homem verdadeiro, que estava a ponto de morrer na realidade, se sentiria como Jesus em relação à morte.

 Porque Jesus está à direita do Pai?

 Na atualidade Jesus está sentado à destra de Deus (Salmo 110: 1, Hebreus 1: 13). Com estas palavras, e em varias outras formas, a Bíblia diz-nos quão grandioso é Jesus. Ele é a pessoa mais importante de toda a criação, tirando Deus — o Criador. Suponhamos agora que se faça a pergunta: Por quê? Por que é Jesus tão grandioso? Por que Deus lhe deu um lugar tão exaltado?

 Os que acreditam que Jesus é Deus, ou um anjo, têm uma resposta simples. Dizem que Jesus sempre foi grandioso, era um espírito grandioso no céu antes de vir à terra. Depois regressou ao lugar que lhe pertencia por direito. Regressou ao lugar exaltado de onde tinha vindo. Mas essa não é a resposta da Bíblia. A Bíblia diz que Jesus se tornou grande depois da sua vida na terra. Diz que Jesus se fez grande porque Deus lhe deu essa grandeza. E diz-nos também que Deus lhe deu grandeza porque Jesus a mereceu por causa do que fez na terra. “Vemos, todavia… Jesus, por causa do sofrimento da morte, foi coroado de glória e de honra” [Hebreus 2: 9]. “A si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome”. [Filipenses 2: 8, 9].

Esta é sem dúvida alguma, a prova final e conclusiva que Jesus é um homem verdadeiro. Um homem verdadeiro, mas no entanto um homem muito especial. É o único homem em toda a história que derrotou a tentação humana por completo. É por isso que agora está sentado à destra de Deus.

 As coisas desde o ponto de vista de Deus.

 No início deste artigo, consideramos as palavras de Jesus: “desci do céu”. Vimos também que este tipo de linguagem pode-se entender facilmente no sentido figurado e não literal. Agora podemos chegar a uma conclusão mais concreta. À luz de todos os ensinamentos claros que temos estudado, podemos estar seguros de que Jesus era um homem de verdade. Se isto é assim, a sua declaração de que desceu do céu só pode ser tomada no sentido figurado. Podemos ter certeza disto. Ele evidentemente queria dizer que a sua vida começou quando Deus do céu fez com que na terra acontecesse um poderoso milagre com a sua mãe, Maria. Isto todavia deixa um certo número de versículos enigmáticos. Temos, por exemplo as palavras de João 17: 5 em que Jesus se refere à “glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo” e outras passagens bíblicas onde ocorrem expressões similares. Podem estas expressões estar em linguagem figurada? Certamente que podem estar em linguagem figurada. Mas para apreciar o significado destes ditos devemos fazer um esforço especial para ver as coisas desde o ponto de vista de Deus. 

Existem muitas diferenças entre Deus e nós. A diferença que nos ocupa neste momento é esta. Para nós o futuro é desconhecido, só podemos tentar adivinhar o que irá ocorrer amanhã. Mas Deus conhece o futuro, para ele o amanhã é tão real como o presente para nós. É por isso que a profecia bíblica sempre se cumpre. Paulo comentou sobre isto em Romanos 4: 17. Ele chamou a atenção para o fato de que Deus disse a Abraão em Gênesis: “Por pai de muitas nações te constituí”. Há de se notar que diz “te constituí” e não “te constituirei”. Nessa época Abraão tinha um só filho. Mas quando Deus faz uma promessa, essa promessa é certa. Pode-se considerar como se já estivesse cumprida. Quando um homem faz uma promessa diz: “Farei isto ou aquilo”. Mas Deus, através dos seus profetas, com freqüência diz acerca do futuro: “fiz tal e tal”, quando o que quer dizer é que sem dúvida o fará. Na segunda parte de Romanos 4: 17, Paulo tira a mesma lição e diz: “…e chama as coisas que não são como se já fossem”.

 Para Deus o futuro é real

 Com um pouco de ajuda do apóstolo Paulo, estabelecemos um princípio importante. Para nós, só o passado e o presente são reais. O futuro está escondido de nossa vista. Mas Deus é diferente. Ele pode ver o futuro perfeitamente. O futuro é tão real para Deus como o presente o é para os homens. Deus pode falar do futuro como se já tivesse acontecido. Existem muitas passagens na Bíblia onde Deus faz isto. A seguir temos três exemplos:

 (1) “A mim me veio, pois, a palavra do SENHOR, dizendo: Antes que eu te formasse no ventre materno, eu te conheci, e, antes que saísses da madre, te consagrei, e te constituí profeta às nações”. [Jeremias 1: 4, 5]. Portanto, Deus conheceu Jeremias antes que Ele nascesse. Obviamente, esta linguagem é figurada. Não significa que na realidade Jeremias existia antes do seu nascimento. Significa que Deus pode ver o futuro e ver Jeremias antes que nascesse. Por outras palavras, antes que Jeremias nascesse ele já existia na mente de Deus.

 (2) “Assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade”. [Efésios 1: 4, 5]. Não só Jeremias; Deus também conhecia os membros da sua igreja antes que nascessem. Isto, também é linguagem figurada, baseado no conhecimento de Deus do futuro. Na segunda frase desta passagem, Paulo mostra claramente o que queria dizer em linguagem literal: “segundo o beneplácito de sua vontade”.

 (3) “Conhecido, com efeito, antes da fundação do mundo, porém manifestado no fim dos tempos, por amor de vós”. [1Pedro 1: 20]. É interessante que a palavra “conhecido” nesta passagem no original grego significa “conhecido com antecipação”. Desta palavra chegou-nos ao português a palavra prognóstico. 

Prognóstico é uma palavra associada em geral com a medicina. É um conhecimento antecipado de algo. Por exemplo, um médico pode dizer: “Este paciente tem câncer no estômago. O meu prognóstico é que continuará sangrando e possivelmente morrerá dentro de cerca de um mês”. Os médicos, sem dúvida cometem erros. Admitem que os seus prognósticos, assim como os prognósticos do tempo, com frequência estão errados. Deus é diferente. Ele certamente conhece as coisas com antecipação. O prognóstico de Deus é completamente exato.

 Um dos versículos citados anteriormente, então, nos diz que antes de criar o mundo Deus sabia tudo acerca de Jesus. Isto é de esperar. Também em outras passagens que Deus sabia tudo acerca dos primeiros cristãos antes da criação do mundo. Jeremias, a igreja primitiva e o Senhor Jesus. Todos estavam já na mente de Deus, desde o início do tempo. Portanto não é de surpreender que Jesus dissesse a seu Pai celestial: “E, agora, glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo” [João 17: 5]. Agora pois sabemos o que ele queria dizer com estas palavras.

 Deus o grande planificador.

 Quando o homem se propõe a fazer algo importante, começa com o desenvolvimento de um plano. Antes de lançar um ataque o comandante de um exército prepara um plano de batalha e revela-o aos seus generais. Antes que se construa um edifício importante, um arquiteto tem que fazer os planos. Os planos dos homens com frequência não se levam a cabo. O inimigo pode realizar um movimento de surpresa que torne impossível que os generais comecem o ataque. O edifício pode tornar-se demasiadamente caro e os planos do arquiteto têm que ser abandonados. Mas nada pode prevenir que Deus realize o seu plano para com o mundo. Como já vimos, fala do seu plano como se já estivesse consumado, ainda antes de o por em prática.

 O Antigo Testamento tem um nome para o plano de Deus. Que é denominado por: a sabedoria de Deus. Um dicionário bíblico descreve a sabedoria no Antigo Testamento como “o irresistível cumprimento do que Deus tem em mente”. Essa é uma boa definição. Encaixa-se perfeitamente com a seguinte passagem do Antigo Testamento: “Não clama, porventura, a Sabedoria, e o Entendimento não faz ouvir a sua voz?… junto às portas, à entrada da cidade, à entrada das portas está gritando:… O SENHOR me possuía no início de sua obra, antes de suas obras mais antigas. Desde a eternidade fui estabelecida, desde o princípio, antes do começo da terra”. [Provérbios 8: 1, 23]. Por outras palavras, antes que Deus começasse a sua obra com este mundo ele tinha o seu plano — a sabedoria, como os judeus a denominavam.

 Os gregos — que acreditavam em muitos deuses, mas não no Deus da Bíblia — davam a este plano um nome diferente: logos, que se traduz como “Verbo” ou “Palavra”. O mesmo dicionário bíblico descreve “logos” como “o plano de Deus e o poder criativo de Deus”.

 Isto é muito útil, já que nos ajuda a compreender o primeiro capítulo do evangelho de João. João parece ter combinado a idéia grega da Palavra de Deus com a idéia judaica da sabedoria de Deus. O evangelho de João começa assim: “No princípio era o Verbo”.

 Existe muita gente que não consegue entender o sentido desta passagem. Outros acreditam que podem entendê-la mas chegam a uma conclusão errada, já que consideram que o Verbo é um ser vivente ao lado de Deus. As palavras Verbo e Palavra têm diferentes gêneros, uma é masculina e a outra é feminina. No original em grego a palavra “logos” é neutra.

Se pensamos no Plano em vez de Verbo (ou Palavra), isto é o que tiramos de João 1: “No princípio já existia o Plano, e o Plano era com Deus, e o Plano era Deus. Este era no Princípio com Deus. Todas as coisas pelo Plano foram feitas, e sem o Plano nada do que tinha sido feito, foi feito. No Plano estava a vida, e a vida era luz dos homens… E aquele Plano tornou-se carne, e habitou entre nós (e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai), cheio de graça e de verdade”. [João 1: 1, 2, 14].

 Estas palavras de João resumem o ensino bíblico de forma especial. Jesus existia no céu desde o princípio mas não como pessoa. Ele existia como uma grande idéia na mente de Deus, como parte central do plano de Deus. Ele não existiu como pessoa até que nasceu em Belém. Então, como João diz: o plano tornou-se carne (ou seja, nasceu).

 A honra que é devida a Jesus.

 Agora que já vimos o que a Bíblia realmente ensina acerca de Jesus podemos começar a dar-lhe honra, como talvez não o fazíamos antes. Porque isto assim se torna evidente se reconsiderarmos o que temos proposto.

 Vimos que existem dois tipos de linguagem na Bíblia. Existe a linguagem literal, que significa exatamente o que diz. E existe a linguagem figurada, que tem um significado mais profundo do que parece à primeira vista. Quando Jesus disse que tinha descido do céu ele nunca tinha estado pessoalmente no céu. As suas palavras não podiam ser literais por isso tinham que ter um significado figurado. Já que Deus sabe tudo ele pode ver o futuro. Quando Deus todo-poderoso decide fazer algo já se pode considerar como feito. Antes que criasse o mundo Deus fez um plano. Jesus foi o início desse plano, e a parte mais importante dele. Os seguidores de Jesus também formam parte desse plano. As Escrituras referem-se tanto a eles como ao seu Senhor como se existissem antes da criação do mundo. Claro que nem Jesus nem os seus seguidores estavam vivos nessa altura. Só existiam na mente de Deus como parte do seu plano. Neste sentido figurado todos eles estavam no céu desde o princípio da criação. Mas a vida real de Jesus só começou quando nasceu em Belém. Sua concepção foi um milagre. Deus foi o seu Pai, e Maria, uma virgem, foi sua mãe. Ela foi verdadeiramente a sua mãe, e Jesus foi tanto filho verdadeiro dela como o era de Deus. Devido a isto Jesus foi um homem de verdade. Isto significa que sofreu as mesmas tentações de pecar como qualquer outra pessoa. Mas ele conquistou a vitória sobre a tentação de forma absoluta. Ele levou uma vida livre de pecado, e desenvolveu um caráter perfeito. Como recompensa por isto, Deus o ressuscitou de entre os mortos e tornou-o a pessoa mais importante do universo, depois de si mesmo. Se Deus agradou-se de dar tal honra a Jesus, nós também devemos honrá-lo pelas mesmas razões. Devemos estar na capacidade de dirigir a nossa vista para o céu e dizer a Deus: Pai celestial, o teu Filho teve que lutar contra a tentação, o mesmo que eu tenho que fazer. Ele sabe como me sinto. Mas ele ganhou todas as batalhas que teve contra a tentação, enquanto que eu com frequência as perco. Senhor, admiro a sua imensa vitória e desejo que possa seguir o seu exemplo muito melhor do que o faço agora. Mas eu sou fraco, Senhor, tem misericórdia de mim e ajuda-me. Ajuda-me a ser mais como o teu Filho. Ajuda-me a tentar segui-lo de todo o coração. Ajuda-me a amá-lo, honrá-lo e a obedecer-lhe. Deus todo-poderoso, o teu Filho passou por esta vida de sofrimento e morte. Eu sei que ele me compreende, Senhor, e assim oro através dele para que me ajudes. Sei que me escutarás.

 

 Artigo escrito por: Alan Hayward.

Traduzido e adaptado por Marcelo  Valle.

Nota: A Igreja de Deus ( do sétimo dia) no Brasil movimento Congregacional tem a mesma posição histórica sobre a origem de Jesus da Igreja de Deus de Meridian Idaho que seguem também esta linha de interpretação os Cristadelfianos, movimento oriundo da Igreja de Deus no seculo 18.

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Comments

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  2. Eu creio que com esta forma de explanações a respeito da Origem e Ministério de Jesus, fica bém mais fácil aproximarmos nossa compreensão da mensagem do Plano da Salvação; que o nosso Deus pré-estabeleceu antes da fundação do mundo, ou seja, antes mesmo da existência do pecado, pela Sua Presciência. Realmente não faz muito sentido o ensino Tradicional de que um Ser Celestial desceu do Céu e habitou em um corpo Humano, e que morreu apenas parte desse Ser, mas sua natureza Divina, não. As Profecias a respeito da vinda daquele que esmagaria da cabeça da SERPENTE afirmava que este seria um Ser Celestial? Um meio Deus e meio homem ao mesmo tempo??

    Como é possível um Ser Celestial se revestir de Natureza humana como ensinam??
    Como poderia um Deus vir a nascer de um ser humano já contaminado pelo pecado?
    Este é um ensinamento que predomina a maioria das Denominações.
    Infelizmente, todos nós somos bombardeados desde a muito, por idéias Guinósticas herdadas pelos PADASTROS da Igreja, e não PAIS como sempre dizem por aí… Àqueles que viéram depois dos Apóstolos, e que conduziram muito MAL as coisas de Deus.

    Abraços a todos e que o Eterno nos ilumine cada vez mais.
    Joelí M. Santos.

  3. marcelo valle : maio 5, 2012 at 9:18 pm

    Flávio,

    Creio que a idéia de que os cristadelfianos são oriundos da igreja de Deus do século 18 não esteja muito correta, porque o século de fundação do cristadelfianismo é o século 19. Se o cristadelfianismo tivesse saído realmente da igreja de Deus, isso só seria possível se a igreja de Deus tivesse provavelmente pertencido ao movimento que se uniu a John Thomas (fundador do cristadelfianismo) na época em que ocorreu a guerra civil americana, ou seja, por volta de 1861 a 1865. Eis os nomes dos movimentos: Crentes, Crentes Baptizados, a Real Associação de Crentes Baptizados, Crentes no Reino de Deus e Ântipas (me parece que o nome “Igreja de Deus” não está vinculado a nenhum deles). Na verdade, John thomas se separou de Alexander Campbell (fundador dos Campbellitas) por questões referentes à quantidade de conhecimentos necessários antes do batismo, e o entendimento de que os fiéis seriam levantados na segunda vinda de Cristo. Veja este site que trata da vida e obras do Dr. Thomas: http://www.angelfire.com/bc2/Bereans/Cornerstones/Pioneers/Life/toc.html

    • Acho engraçado os que não creem na Trindade ficar usando esses textos.
      Quero ver um me explicar os seguintes:
      – Gênesis 1.1: “No princípio criou Deus…”
      O interessante desse texto é a palavra usada para Deus – Elohim.
      Pois bem, estudemos essa palavra. No hebraico existe 3 formas de escrever: 1) singular, 2) plural dual e 3) plural.
      Para escrevermos Deus conforme Gênesis 1.1 poderia ser escrito das seguintes formas:
      1) Eloah = 1 pessoa apenas
      2) Eloahaym = 2 pessoas, sem possibilidade de haver uma terceira.
      3) Elohim = 3 pessoas ou mais, sem possibilidade de ser menos que três.
      Pois bem, se foi usado a palavra “Elohim”, que significa haver 3 ou mais pessoas distintas, qual a dúvida sobre a Trindade?
      Afinal, João 1.1 – 14; Atos 5. 3 e 4 e I Cor 12. 4, 5 e 6 revelam que são 3 pessoas distintas unidas no mesmo propósito que compõe a Divindade.

      Deixo esse texto de Gênesis 1.1 para ser (tentarem) refutar.
      Ainda poderia falar de Deuteronômio 6.4, sobre o estudo da palavra “um” ou “único”, e ainda compara-la com João 3.16 e muitos mais… por hora deixo esse apenas.

      Abrão os olhos e deixem de lado os preconceitos.
      Sigam o conselho de Cristo e examinem as Escrituras. Examinem e não distorçam.
      Bons estudos!

      • Genesis 1:26 – Façamos o homem. Plural Majestático da palavra ELOHIM.
        * A palavra hebraica no plural ( ELOHIM)

        A palavra hebraica mais comum usada no Antigo Testamento para designar Deus é Elohim. Este é um nome plural. “No princípio Deus criou o céu e a terra.” (Gen. 1:1).
        “Elohim” não é o nome pessoal de Deus. Ele refere-se a Sua divindade, Sua posição em relação as criaturas. Ele significa: “O Forte”. Esta palavra do plural Hebraico é usada 2470 vezes no Velho Testamento. É aplicada a homens que exerceram autoridade, a anjos, e a muitos deuses do paganismo, assim como ao único Deus verdadeiro. Quando aplicada ao único verdadeiro Deus, Elohim é visualmente associada com verbos no singular, adjetivos e advérbios. Por exemplo, a palavra hebraica para “criar” em Gênesis 1:1 “bara” é singular. Elohim, designando o único verdadeiro Deus, não indica uma pluralidade de Deuses (politeísmo ou triteísmo) nem uma pluralidade de pessoas em uma substância (Trinitarianismo).
        Se o nome no plural Elohim tivesse intenção de se referir a uma pluralidade de pessoas ou pluralidade de Deuses quando usado em relação ao único e verdadeiro Deus, Ele estaria sempre identificado por esta palavra no plural. Nós, entretanto, encontramos que este não é o caso. A forma singular “Eloah” também é usada em referência a Deus.
        Isto especialmente se faz verdade nos livros poéticos do Antigo Testamento. Quarenta e um de cinqüenta e seis ocorrências de Eloah estão em Jó.
        Os escritores dos registros do Velho Testamento usaram a palavra Elohim para designar o único verdadeiro Deus, mostrando Sua infinita superioridade às divindades politeístas e indicar Sua singular existência. A pluralidade dos atributos e poderes que o politeísmo distribuiu muitas divindades finitas pertencem a uma pessoa infinita – o verdadeiro Deus. Esta pessoa infinita declarou: “Eu sou o Senhor vosso Deus. Vós não tereis outros deuses perante mim.” (Exo. 20:2,3).
        A pluralidade de majestade. Quando usado em referência a um verdadeiro Deus, o nome plural no hebraico Elohim denota majestade, excelência, superioridade. Refere-se à infinita plenitude e grandeza ilimitada. Ela designa o “quantitativo” mais que a pluralidade numérica. Ela diz “o quão mais” e não “o quanto mais”. O uso de nomes e pronomes no plural em referência a Deus comumente é conhecido como “plural de majestade”. Este pensamento é mantido nas seguintes citações. Em nota sobre Gênesis 1:1, Joseph Bryant Rotherham faz as seguintes observações:
        Deve ser cuidadosamente observado que, embora “elohim” seja a forma plural ainda quando, como aqui, é construída com um verbo no singular, é naturalmente singular no sentido; especialmente visto que o “ plural de qualidade” ou “excelência”abunda no Hebraico onde a referência é inegavelmente a algo que deve ser entendido em número singular. (Rotherham, Joseph Bryant. The Emphasized Bible. London: H.R. Alleson, 1901-Vol. I, p.33).
        Louis Berkhof, presidente do Seminário Teológico Calvin, faz a seguinte observação com respeito a palavra Elohim:
        O nome raramente ocorre no singular, exceto em poesia. O plural deve ser considerado como intensivo, e portanto serve para indicar plenitude de poder. (Op.cit.,p.48).
        Dr. William Smith da Universidade de Londres, um século atrás, foi declarado como “o mais eminente lexicógrafo na língua Inglesa falada no mundo”. A posição a seguir é feita no dicionário Bíblico editado pelo Dr. Smith:
        A forma plural Elohim tem feito surgir muita discussão. A estranha idéia de que ela se refere a Trindade de Pessoas na divindade, dificilmente encontra hoje um apoio entre os escolares. Ela é inclusive o que os gramáticos chamam de “plural de majestade”, ou ela denota a “plenitude” da força divina, a “soma dos poderes” amostrados em Deus.(Smith, William. A Dictionary of the Bible, Philadelphia: American Baptist Publication Society, 1863, p.216).
        Embora um trinitariano, Dr. Augustus H. Strong mostra que a palavra plural “Elohim” freqüentemente demanda significado de singular.
        Pensava-se que o estilo de discurso real era um costume de longa data depois do tempo de Moisés, Faraó não o usou. Em Gênesis 41:41-44, ele diz: “Eu te tenho posto sobre toda a terra do Egito… Eu sou Faraó.” Mas uma investigação posterior parece provar que o plural de Deus foi usado pelos cananitas antes da ocupação hebrea.
        O único Faraó é chamado “meus deuses” ou “meu deus”, indiferentemente. A palavra “mestre” é usualmente encontrada no plural no Velho Testamento. (Gen. 24:9-51; 39:19; 40:1). O plural dá articulação ao sentido da reverência. Ele significa magnitude ou plenitude.
        Os hebreus tinham muitas formas no plural, onde nós usaríamos o singular, como “céus” ao invés de “céu”, “águas” ao invés de “água”. Nós, também falamos de “novidades”, “salários” e dizemos “vocês” ao invés de “vós”. (Op. cit., pp. 318,319).
        Strong cita Gustav Friedrich Oehler, Old Testament Theology, como chamando Elohim “plural quantitativo” significando grandeza ilimitada. (Ibid, 318).

        I- Pronomes Pessoais no Plural

        Há quatro registros no Velho Testamento onde pronomes pessoais no plural são usados em referencia a Deus. Os trinitarianos afirmam que isto ensina sua teoria. Isto não é verdade. Em nenhuma maneira estes quatros textos ensinam que existe uma pluralidade de pessoas em Deus. Os quatro textos em questão seguem:
        Gênesis 1:26 – Façamos o homem à nossa imagem (us)
        Gênesis 3:22 – O homem se tornou um de nós (nós)
        Gênesis 11:7 – Desçamos e confundamos (us= nós)
        Isaías 6:8 – Quem irá por nós? (nós)

        Os pronomes pessoais no plural nestes versos referem-se a um Deus singular. Está isto claro pelo fato de que pronomes singulares são usados no contexto fazendo referência a Deus.
        Em Gênesis 1:26, Deus disse, “Façamos o homem em nossa imagem, segundo nossa semelhança.” No próximo verso porém, nós lemos, “ Então cria Deus o homem na sua imagem, à imagem de Deus o criou, macho e fêmea os criou.”
        Em Isaías 6:8 nós lemos, “Também eu ouvi a voz do Senhor dizendo: Quem eu enviarei, e quem irá por nós?” Deus falou de Si no singular.
        Em todo o resto da Bíblia, exceto estes quatro textos, Deus é designado por pronome no singular. Quando falando de Si, eles dizem, “Eu, meu, mim”. Quando os homens falam concernente a Deus, eles dizem. “Ele, Dele, Nele.” Se o pronome no plural destes quatro versos referem-se a pluralidade de pessoas em Deus, porque Deus não é sempre designado pelos pronomes no plural?
        Além disso, se estes pronomes no plural denotassem pluralidade em Deus, nada há que revele quantos há nesta pluralidade se seriam dois, três, dez ou mil. Aplicando pluralidade em Deus resultaria em politeísmo, não Trinitarianismo.
        Estes pronomes no plural, assim como o nome plural Elohim, refere-se ao plural de majestade. Deus é representado ao se dizer, “Façamos” ao invés de “Faça” com indicação de Sua glória e grandeza.
        Dr. William Evans, também um trinitariano, escreveu o seguinte:

        Alguns diriam que o “Façamos (us) em Gênesis 1:26 – “ Façamos nós o homem,” refere-se à consulta de Deus ao anjo com quem Ele toma conselho antes de fazer algo de importante, mas Isaías 40:14 – “Mas de quem tomará conselho.” Mostra que este não é o caso; e Gênesis 1:27 contradiz a idéia, pois ela repete a posição “na imagem de Deus,” não a imagem dos anjos; também em que Deus criou o homem na Sua Própria imagem, na imagem de Deus (não anjos) criou. “O nós” de Gênesis 1:26, portanto, é propriamente entendido como plural de majestade, como indicativo de dignidade e majestade do relator. A tradução apropriada para este verso não deveria ser “Façamos nós”, mas “nós vamos fazer,” indicando uma linguagem de solução mais que consulta.
        (Evans, William. The Great Doctrines of the Bible. Chicago: Moody Press, 1939, p. 27).

        The Teology SYstematic

        Alva Huffe

      • Elohim é um plural majestático quando aplicado ao Unico Deus de Israel. A Interpretação da Trindade para Elohim foi uma conclusão equivocada dos padres da Igreja Católica.
        O Eterno esteve sozinho na Criação ( Leia Isaias 44:24 )
        A Interpretação Trinitariana é uma forma erronea e fora do contexto de interpretar as sagradas escrituras, pois a maior verdade das escrituras é a crença em um Unico Deus indivisivel o PAi ( João 17:3, I Cor 8:4-6, Deut 6:4 )

        Ev. Flavio

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  7. Já vi tantos argumentos dolosos de ler, mas como este nunca: Somos primeiramente espirituais e depois carnais; Gn. 1.26 Façamos o home a nossa imagem conforme a nossa semelhança (imagem espirito) e (semelhança corpo). Gn 2.7 tomando do pó da terra fez o casulo (corpo) e soprou nas narinas o (fôlego devida isto é o espiritual) e o homem passou a ser alma vivente. Ser humano. No enfoque de Jo.6.38 Ele fala com absoluta claridade que Ele desceu do céu ( deixou de ser imaculado par ser maculado) ou seja; desceu em espirito e na concepção do Espirito tomou a forma humana e nasceu homem; é claro que dentro do corpo humano estava o espirito divino porque controlava, sabia e tinha poder sobre todas as coisas; morreu o corpo humano mas não o espirito e por isso ressuscitou e esta vivo e descerá do céu para buscar o seu povo; que está despertado o espirito pelo Espirito Santo, Ele vive e nós também vivemos e vamos morar com Ele na sua casa celestial….

    • A MELHOR CERTESA E SABER QUE JESUS E O MEU O NOSSO SALVADOR,E NAÕ IMPORTA AS DEFINIÇÕES OU INTERPRETAÇÕES HUMANA AS SUAS CONVICÇÕES SÃO FALHAS,O IMPORTANTE E LÊ A BIBLIA E PEDIR AO ESPIRITO SANTO O DICERNIMENTO.

  8. A Paz do Eterno Deus ùnico, seja convosco!

    Em primeiro lugar, Quero agradecer ao Pai Celestial, por ter iluminado com o seu Poder, de ter me revelado atravéz sua Palavra.

    Está escrito nas escrituras, a descendencia do Ungido, o Yeshua. Em Mateus capitulo 1, e diz que Jose gerou à Yeshua. E para mim esta passagem já diz tudo.

    E não precisamos fazer nenhum estudo. sobre o seu nascimento, pois como pode um Homem ser descendente de seu Pai Humano, se não tiver uma Mulher!!!!!

    Então está claro, que Yeshua é filho de Jose e Maria normalmente.

    Mas que já tinha sido escolhido pelo Altissimo, antes que a Terra estive-se existido.
    E Ele foi Ungido, pelo Poder do Altissimo, para trazer Justiça a Terra e ser o Cordeiro de Deus, para resgatar todos os pecadores arrependidos e escolhido pelo Pai Celeste, para Estar Salvo no Mundo Vindouro. ( vida eterna ).

    Gostei muito deste estudo, mas não precisamos ficar justificando muito, pois quem é escolhido pelo Altissimo, entende tudo o que está escrito nas escrituras sagradas.

    É só pedir sabedoria e revelação da verdade, e examinar todas as escrituras.

    Shalom !

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